Nem Te Conto

Destaque no 'Popstar', Fabiana Karla vai dar carro à filha se vencer programa

Premiação ainda conta com valor de R$ 250 mil

Agência O Globo
O caso de amor que Fabiana Karla vive com a música ganhou aprovação popular. Mais votada na última edição do “PopStar”, a humorista, que conquistou o país ao soltar a voz interpretando “Canta Brasil” — sucesso de Gal Costa — estará imune no próximo domingo.
— Estou no meio de gigantes, então jamais pensei que seria imunizada. Sempre tive vontade de cantar, sou fominha de microfone, mas temia não ser aceita porque não me sentia à vontade para mostrar esse lado que guardava quase que como um segredinho. A música era uma amante, vivia escondida. Agora estou querendo casar com ela — diz a artista, de 41 anos.
A paixão pelas canções nasceu na infância: — Minha mãe (Maria Clarice, de 62 anos) é uma cantora frustrada porque meu avô não a deixou seguir carreira. Ele achava que não era coisa de uma moça decente. Adorava ouvi-la cantar! Venho de uma família musical.

No ciclo da vida, agora é a vez de Fabiana encantar os filhos — Beatriz, de 19 anos, Laura, de 18, e Samuel, de 17 — e de se encantar com a sua menina do meio, que participa do “PopStar” como backing vocal nas apresentações da mãe.
— Laura compõe desde os 7 anos, tem uma voz linda, é cantora mesmo. Na estreia do programa, quando subi ao palco e olhei para ela, me emocionei tanto que até me perdi na letra da música. Se ganhar o “PopStar”, vou dar o carro para ela — conta, referindo-se a um dos prêmios da atração, que ainda dará ao vencedor o valor de R$ 250 mil.
Ser a grande campeã está, sim, nos planos da artista. — Claro que eu quero ganhar! Mas, quando aceitei o convite para o programa, nem sabia que tinha esse cascalho bom. Só pensava em mostrar mais um lado da minha multiplicidade artística — garante a também escritora, que lançará em breve o livro “Mães com açúcar”.
Independentemente do resultado do programa, Fabiana não quer mais saber de largar o microfone. — Estou montando um show despretensioso, que se chama “Identidade”, só com músicas que remetem às minhas raízes. A ideia é estrear no Rio, em novembro, e depois viajar pelo Brasil. Já falei para o pessoal do “PopStar” que eles criaram um monstro (risos). Daqui a pouco, vou pedir 100 toalhas brancas no camarim — diverte-se.