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Dira Paes é processada por seu condomínio por danos no prédio, diz colunista

De acordo com a colunista Fábia Oliveira, o condomínio notificou a atriz por conta de uma obra que, segundo os vizinhos, estaria sendo feita de forma irregular

Redação iBahia (variedades@portalibahia.com.br)
A atriz Dira Paes está sendo processada por seu condomínio, no alto Leblon, após ser notificada e não cumprir com as providências sugeridas pelos condôminos para resolver problemas ocasionados pela obra em sua cobertura.
Foto: Reprodução | Instagram
De acordo com a colunista Fábia Oliveira, o condomínio notificou Dira por conta de uma obra que, segundo os vizinhos, estaria sendo feita de forma irregular e por isso resultou em danos aos apartamentos e à área comum do edifício, principalmente por conta de uma grave infiltração ocasionada pelas chuvas. 
Ainda segundo Fábia, o processo constam imagens de infiltrações ocasionadas pela proteção "inadequada" do apartamento de Dira (701) contra as chuvas, que causaram danos aos apartamentos 601 e 602, além de algumas partes comuns do condomínio. Em outra foto anexada é possível ver que um 'telhado' foi improvisado usando tábuas de madeira, cobertas por uma grande lona presa debaixo de alguns sacos de entulho para não voar.

Conforme a colunista, a juíza da ação chegou a dar um prazo de cinco dias para que Dira instalasse um novo telhado para proteção da obra, sob pena de multa de R$ 20 mil por cada nova infiltração ou vazamento oriundos da obra. A magistrada também pediu que fosse instalada uma bandeja de proteção (apara-lixo), a fim de evitar que detritos continuassem caindo na área comum do prédio, sob pena de multa diária de R$ 100. O condomínio diz que, após ser notificada, Dira afirmou que as reclamações eram infundadas e insistiu que os problemas nada tinham a ver com a obra.

Dira informou em sua defesa no processo que trocou a empresa de engenharia responsável pela obra, já que a primeira contratada estava causando diversos contratempos na execução. Dira disse, ainda, que após quase dez anos fechado e sem fiscalização, o imóvel apresentou "desgaste natural inevitável que se faz presente em todos os momentos". Na ação, ainda há fotos dos estragos dos apartamentos de baixo: uma verdadeira cachoeira saindo pela luminária do teto. Ainda de acordo com o processo, os danos levaram o condomínio a interditar parte da garagem superior, causando ainda mais transtornos a todos os moradores, com a superlotação da garagem inferior.