Nem Te Conto

Filho de Sidney Magal relembra briga por causa do pai

Rodrigo West Magalhães, que foi criado na Bahia, faz sucesso sempre que aparece na mídia

Agência O Globo

Ele quase quebrou a internet ao aparecer ao lado do pai, Sidney Magal, há alguns dias, durante o programa de Pedro Bial. “Quem é esse homem?”, “Ô lá em casa!”, eram os comentários mais comuns dos internautas, enlouquecidos com a imponente presença de Rodrigo West Magalhães, ex-jogador de vôlei de 1,94m. Sua tímida aparição foi suficiente para que seu Instagram pulasse de 5 mil para 22 mil seguidores em apenas algumas horas. “Achei o homem!”, comemorou uma das novas seguidoras. Ele conversou com Fernanda Pontes.


Essa repercussão te surpreendeu?

Em 2015, já tinham feito uma matéria comigo para um site e tive um pouco de assédio (risos). Na mesma hora saí das redes sociais, porque nunca busquei exposição, sempre fui meio bicho do mato. Mas desta vez estou envolvido com o projeto de 50 anos de carreira do meu pai, com shows, livro, e aí deixei.

Como é ser filho do Sidney Magal?

Como morava numa cidade pequena perto de Salvador, tinha aquela coisa de todo mundo saber quem era meu pai, ele me buscava no colégio, tinha o Dia dos Pais e tal. Teve um vez que briguei na escola porque chamaram meu pai de bicha. Eu fui criado numa casa em que ser homossexual ou bissexual é uma coisa normal, mas eu era criança e não tinha maturidade suficiente para dizer ‘E se for bicha? Qual o problema?’. Hoje eu tenho.

E o que você faz?

Hoje sou fotógrafo e tenho uma agência de marketing, mas joguei vôlei dos 14 aos 18 anos. Disputei campeonatos brasileiros e cheguei a jogar num time em Lugano, na Suíça. Levava a sério, aprendi italiano para morar lá, mas minha paixão mesmo é a fotografia. Deixei de jogar por isso.

Além de fotografar, o que você gosta de fazer?

Sou mais do dia, gosto de surfar, mergulhar. Eu nasci no Rio, mas fui criado na Bahia. Me considero baiano (nota da redação: ele tem um leve sotaque, o que só melhora as coisas). Passava minhas férias da infância em Itaparica. Não sou muito de sair à noite. Namorei durante uns nove anos e meio. Sou quietinho e só fui beber com uns 24 anos.