Nem Te Conto

Henri Castelli explica jejum de sexo: 'Faço todo ano para equilibrar os chacras'

Com 41 anos, o ator encarou aulas da luta e mantém um preparo físico impecável

Agência O Globo
Henri Castelli está de volta à "Malhação" depois do sucesso de Pedro, na temporada da novela do ano de 2002. Agora, em "Toda forma de amar", a dedicação para o personagem Carlos Madureira é tão grande que o motivou a fazer até uma tatuagem na cabeça em sua homenagem.— Fiz uma tatuagem na cabeça! Será que estou gostando de fazer? — anima-se, em entrevista ao EXTRA.
Foto: Reprodução | Instagram
Com 41 anos, o ator encarou aulas da luta e mantém um preparo físico impecável: musculação, natação e treinos aeróbicos são parte de sua rotina há décadas. O ator reforça que não faz os exercícios pela preocupação com o espelho. Aliás, ser um "quarentão" tem o animado cada vez mais:
— Nunca fiz plástica, mas não tenho preconceito; o botox até vejo como uma inovação da medicina, embora não tenha feito. Minha dermatologista quer fazer testes em mim até os 50, mas digo que quero ter 40 anos com cara de 40. Estou adorando. Seria incrível se pudesse parar no tempo agora.
A maturidade faz o ator tem consciência de qualidades como a preocupação consigo mesmo e a disciplinado. Quando sente que precisa renovar o astral, o exercício da espiritualidade o tranquiliza. Fora da ficção, seu engajamento social se direciona, entre outros projetos, para o Baobá, uma pousada que reforça a gastronomia, a história e a cultura afros no pé da Serra da Barriga, em Alagoas, para onde negros escravizados rebelados fugiram durante o período de dominação portuguesa e holandesa na região.
— Lá é onde está minha Mãe Preta (Mãe Neide Oyá D’Oxum), uma mulher que se formou em Gastronomia aos 60 anos — orgulha-se: — Ela é da umbanda com catimbó do Nordeste. Os lugares que frequento são sérios, ajudam muita gente, e outras instituições dependem desse trabalho. Eu vou lá porque gosto das músicas, do atabaque, toco percussão. É um lugar onde me sinto em paz, e nada é cobrado. São só doações.
Espiritualizado, o ator conta que tem o hábito de fazer jejum de sexo e bebida alcoólica para se purificar:
— No ano passado, fiquei três meses sem beber e sem sexo. Faço isso todo ano pelo menos duas vezes. Isso trabalha os chacras, tira a energia que entra e que sai. No contato com outras pessoas, não se sabe a energia que vem dali.
Consciente da essência que mantém, ele confessa que, com mais de 20 anos de carreira ininterruptos, orgulha-se dos percalços e de não ter pego atalhos:
— Tanto depois de ter começado, a pressão é maior, ainda que haja experiência. Voltar a Caxias me fez lembrar do acolhimento que tive. Usei as experiências que vivi lá para me reequilibrar.