Nem Te Conto

Joelma assume vontade de casar novamente: ‘Ninguém vai me impedir de ser feliz’

Evangélica, cantora se ampara na religião em muitos momentos

Agência O Globo

O passado não a amedronta. Joelma quer é tomar seu tacacá, dançar, curtir e ficar de boa. E, caso apareça um pretendente, sua separação de Ximbinha (que ela enfrentou na Justiça e até acusou de agressões físicas) não deixa traumas. Prova disso é que a loira lançou o clipe “18 quilates” e se inspira na história de uma mulher que sonha subir ao altar.

Foto: Reprodução | Instagram

— Não aceito feridas. Por isso, vou, sim, casar novamente. Descobri que tenho que perdoar e pedir perdão o tempo todo para evitar as mágoas. Ninguém vai me impedir de ser feliz. Perdoar não é fácil, pedir perdão também não é. Mas, depois que a gente consegue, flutua e ninguém tira a nossa paz. Eu escolho isso. Tenho livre arbítrio — frisa a artista, de 44 anos.

Flagrada em setembro na companhia do ex-namorado, o empresário Alessandro Cavalcante, Joelma garante que não voltou a ter um relacionamento sério:

— Estou solteira e apaixonada por mim. Estou tão feliz, me cuidando tanto! Me sinto mais bonita, leve, plena. A felicidade independe de pessoas e coisas. Ela está dentro de nós e ninguém tira. Quem manda é Deus.

Evangélica, Joelma se ampara na religião em muitos momentos.

— Eu não escuto as minhas músicas. Quando estou em casa, ouço gospel, que me acalma. As minhas canções eu deixo para os ensaios, para os shows.

Depois de 23 CDs lançados em 25 anos de carreira, Joelma fica à vontade para cantar e para girar no salão. Nem atitudes abusivas de fãs enquanto ela se apresenta a interrompem:

— Já sofri muito assédio ao cantar. Mas tiro de letra. Quando um não quer, dois não brigam. Eu sempre ri de tudo e superei. Ajo assim também com as críticas. Se alguém tenta me jogar para baixo, eu coloco para correr. Comigo, não tem essa de chegar no quarto e me jogar no chão para chorar.

‘LGBT é igual a mim’

Na véspera das eleições, Joelma prefere manter o silêncio sobre suas preferências partidárias.

— Nunca gostei de política e não sei se quero gostar. Estou num momento em que tenho que cuidar do meu trabalho, da criação até a finalização, e isso me ocupa demais — explica.

Criticada em 2013 por uma frase em que dava a entender que não apoiava o casamento homoafetivo, a cantora se defende:

— O público LGBT é igual a mim e igual a todo mundo: merece amor e respeito. Todo mundo é livre. Nosso papel é respeitar e amar para sermos respeitados e amados.