Justiça mantém cachê de Ludmilla após vereador entrar com processo por suposta propaganda política


Foto: Reprodução/ Instagram

A Justiça de São Paulo decidiu por não cortar o cachê da cantora Ludmilla referente a apresentação realizada na Virada Cultural de São Paulo, em maio deste ano, por suspeita de propaganda eleitoral.

Na ocasião, o vereador Fernando Holiday, do Partido Novo, ajuizou uma ação popular contra a Prefeitura de São Paulo solicitando a suspensão do cachê da artista, de R$ 222 mil, devido ao gesto feito pela funkeira, um L com as mãos, que, segundo o político, seria uma referência ao ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva.

A decisão foi publicada na edição desta segunda (11) do Diário de Justiça do Estado de São Paulo (DJSP). De acordo com o magistrado, não há provas de que o gesto feito pela cantora foi em referência ao candidato à presidência pelo PT, Lula.

“O Munícipio apresentou defesa alegando que o gesto da cantora não caracteriza propaganda eleitoral antecipada, mas como exposto pela própria cantora em sua rede social o gesto corresponde a inicial do seu nome (fls. 39/46 dos autos de origem). A decisão está devidamente fundamentada e a prova existente, para esta fase processual, não permite concluir pela evidência do direito ou mesmo possibilidade de suspensão de pagamento, considerando que a prestação do serviço foi realizada”.

Na época da acusação feita por Holliday, Ludmilla chegou a comentar o caso na web. “Ô Fernando Holiday, deixa eu contar um segredo: meu nome também começa com a letra L”, escreveu no Twitter.

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