Novelas

Com o fim de 'Rock Story', Rafael Vitti quer voltar para a faculdade de interpretação

Aos 21 anos, ele revela não ser tão conectado ao mundo virtual quanto a maioria dos jovens, para decepção das fãs

Agência O Globo

Desde que estreou em "Malhação", Rafael Vitti não saiu mais do ar e os estudos ficaram em segundo plano. Agora, com o fim de "Rock story", o ator, que interpreta o popstar Léo Régis, pretende retomar a faculdade de Artes Cênicas, na Unirio.

- Tranquei no segundo período de interpretação, em 2014. Quero voltar mais por uma questão de conhecimento porque durante a novela eu acabo lendo só roteiro, então sinto falta de acesso a informação, de trocar ideia com a galera da minha área. Eu amava a faculdade, me sentia superbem. Fora que a gente precisa adquirir cultura até para, num momento como esse (de entrevista), saber falar e não ficar enrolando como eu faço (risos) - diz Vitti.


Aos 21 anos, ele revela não ser tão conectado ao mundo virtual quanto a maioria dos jovens, para decepção das fãs: - Elas ficam bravas comigo! Mas parece que eu não nasci nessa época. Sou péssimo com redes sociais e meu 3G é horrível. É o mesmo plano desde "Malhação", e é de propósito porque eu me obrigo a não ficar muito na internet, o que também me prejudica em várias coisas.

Na reta final da trama da sete, seu personagem engatou um affair com a DJ Manu (Antonia Morais), mas sem dar nomes à relação. Vitti não só entende a postura dos dois, como segue essa cartilha:

- Tudo é válido. Depende do tipo de relação que a pessoa estabelece com seu par ou seus pares. Eu tenho o pensamento muito aberto. Acredito em relacionamento sem rótulo. Cada um tem o direito de viver da forma como se sente melhor e ninguém pode julgar. Talvez seja uma característica da minha geração essa libertinagem, no bom sentido da palavra, é claro.

Ainda na história, Léo Régis se apaixonou por Diana (Alinne Moraes), uma mulher mais velha do que ele. Na vida real, o artista também não vê problema num relacionamento entre pessoas de idades diferentes. - O único lugar onde a gente é obrigado a conviver com gente da nossa idade é na escola. A vida é para ser vivida - constata ele.