Novelas

Otaviano Costa diz que não aceita mais convites para novelas

Apresentador falou ainda sobre o 'Vídeo Show'

Agência O Globo

Em 18 anos de carreira, Otaviano Costa já fez imitações em rádio, foi âncora de programas do meio de comunicação, atuou na TV e firmou-se na bancada do “Vídeo show” como apresentador. Atualmente, ele volta às origens ao comandar um programa na Nova Rádio Globo e declara ter encerrado sua carreira nos folhetins. Quer saber mais curiosidades e novidades sobre ele? Leia na íntegra o “Você entrevista”.

Foto: TV Globo/Divulgação

Como é voltar ao rádio, onde começou a carreira?

Eu estou absolutamente realizado. Dos sonhos de criança, de jovem comunicador, acho que finalmente cheguei a um denominador comum. Estar na maior emissora do país, e agora na Rádio Globo com um projeto em que eu tenho total liberdade artística, falando de música, do mundo do entretenimento com humor, leveza e astral, me faz viver um sonho muito feliz. É uma honra estar assumindo a faixa nobre dessa rádio para todo Brasil.

Qual foi a situação mais marcante na bancada do ‘Vídeo show’?

Eu já ri muito, me emocionei muito, já tive comunicados de falecimento de amigos, já tivemos que fazer coisas muito sérias, como na época do falecimento do Cristiano Araújo, fazendo jornalismo ao vivo, num programa que começou às 14h e foi até quase 17h. É difícil falar de um momento específico.

Gostaria de contracenar com a Flávia Alessandra ou com a Giulia Costa um dia?

Eu já contracenei com Flavia, minha esposa, em duas situações: a primeira foi em "Morde & assopra". Nossos personagens eram de núcleos distintos mas o Walcyr Carrasco, que é uma amigo querido, fez essa brincadeira e fez numa única ceninha ela conheceu a Elaine, que era minha versão mulher do Helcio (um vigarista que ficava fugindo da polícia disfarçado de mulher). Em outro momento, em "Salve Jorge," meu personagem atropelou o da Flávia (Tenente Erica). No fim, acabamos juntos. Um lindo presente da Gloria Perez. Com a Giulia, eu nunca contracenei. Pode ser que um dia a gente faça um curta-metragem ou qualquer outra obra. Ia ser um prazer também.

Na sua fase atual como apresentador, você aceitaria convite para voltar a fazer novelas?

Não aceitaria mais um convite para novela. Há quatro anos, assim que voltei para minha carreira de comunicador, foi fundamental que eu tomasse uma decisão importante: abandonar as novelas. Não deixar de fazer coisas pontuais, como participações, mas dedicar-me completamente, não mais. O foco na carreira de comunicador é total. Inclusive agora, expandindo isso para a Rádio Globo.

Você não tem ciúme de compartilhar fotos sensuais da Flávia Alessandra?

Não tenho ciúme. Eu tenho uma esposa linda e me sinto, às vezes, num ímpeto de compartilhar essa beleza, pois enche os olhos. É legal ver como as mulheres, especialmente, ficam inspiradas. A Flávia tem a idade que tem (42 anos), duas filhas e um corpaço até hoje. Não é aquela mulher que vive à base de dieta. Ela é supernormal, toma cerveja, come feijoada. Isso é muito inspirador para outras mulheres. Não tenho problema com o olhar educado ou disfarçado dos homens. Quando tem algum cara que passa da linha do respeito na escrita, aí eu sou obrigado a dar uma apagada ou expulsar esse cara do país. Mas, de resto, viva a beleza da minha mulher brasileira!