Salvador

Embasa conclui reparo em vazamento de adutora e água deve voltar até sexta

Em nota, a Embasa informa que o abastecimento precisou ser suspenso para a realização do trabalho de reparação da empresa

Redação do Correio 24 Horas
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A Embasa concluiu nesta quarta-feira (3) o reparo no vazamento da adutora na BR-324 - 41 bairros de Salvador ficaram sem água por conta do problema, que aconteceu ontem. A previsão é que o fornecimento de água seja retomado gradativamente e esteja completamente regularizado em até 36 horas após o reparo, ou seja, até a manhã de sexta.


Em nota, a Embasa informa que o abastecimento precisou ser suspenso para a realização do trabalho de reparação da empresa. A manutenção foi concluída esta noite, mas a água ainda não foi religada, porque é preciso esperar um tempo para que o material do reparo seque antes de retomar o fornecimento. A Embasa recomenda que a população das áreas afetadas use água de forma racional. Casos de emergência podem ser informados pelo telefone 0800 0555 195, com prioridade de abastecimento alternativo para hospitais, postos de saúde e demais entidades dessa natureza. 

Foto: Arquivo Correio*

Confira a lista dos bairros afetados pelo conserto: Ribeira, Bonfim (parte), Boa Viagem, Massaranduba, Jardim Cruzeiro, Roma, Caminho de Areia, Mares, Uruguai, Calçada, Lobato (parte), Baixa do Fiscal, Boa Vista de São Caetano, São Caetano, Fazenda Grande, Capelinha, Bairro Guarany, Curuzu, IAPI, Pero Vaz, Liberdade (parte), Largo do Tanque, Alto do Pará, Santa Mônica, Largo do Retiro, San Martin, Baixinha do Santo Antônio, Barros Reis (parte), Mata Escura, Estrada das Barreiras, Engomadeira, Arraial do Retiro, Cabula, Pernambués, Narandiba (parte), Saboeiro, Doron, Tancredo Neves, Novo Horizonte, Sussuarana, Calabetão.


Falta d'água
Um rompimento da adutora da Embasa deixou mais de 1 milhão de pessoas sem abastecimento por mais de uma semana em Salvador, no início do mês abril. Diversos bairros ficaram mais de duas semanas sem água, como é o caso do Calabetão. Segundo avaliações, o rompimento foi provocado por excesso de peso, em função de um aterro realizado nas obras do metrô. 

Essa foi a avaliação inicial dos cinco engenheiros que compõem a Comissão Especial da Câmara de Engenharia Civil do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (Crea-BA). De acordo com comunicado do órgão de engenharia, a visita apontou que durante as obras não houve o trabalho de máquinas retroescavadeiras, nem bate-estaca. "As informações iniciais são de que o acidente foi provocado por excesso de peso sobre a linha da adutora, em função do aterro realizado no local com as obras do metrô", diz a nota.

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