Salvador

GFM comemora 33 anos com visita de fã número 1 da emissora

Roger Carvalho é autista e acompanha a rádio desde os 10 anos de idade

Redação iBahia (redacao@portalibahia.com.br)

A rádio GFM (90,1) comemora 33 anos no ar no próximo dia 20 de agosto e ao longo dessa história muitos momentos foram marcantes, principalmente para quem acompanha a programação desde pequenininho. Prova disso, é Roger Carvalho Costa. 


O jovem, de apenas 12 anos, é apaixonado pela rádio desde os 10. Ele acompanha a rotina diariamente e se tornou fã número 1 da emissora. Por isso, nesta semana, ele foi recebido nos estúdios da GFM para conhecer ainda mais de perto toda a logística e os bastidores por trás da rádio. 

Adislaine Carvalho, mãe de Roger, acompanhou a visita. Ela afirmou que teve uma grande influência em relação a esse amor que o seu filho autista tem pela rádio. “O amor pela GFM começou comigo e com o pai dele, que sempre gostamos de ouvir a ‘G’”, disse Adislaine.

“Ele gosta das músicas e batidas da GFM. Se eu mudasse para outra estação, ele falava que só queria ouvir a GFM. Passou a ser um fã fiel e começou a falar os nomes dos locutores, patrocínios, horário, quem está de férias, quem está de folga... ele consegue dizer tudo isso, mas a paixão dele com certeza começou com a gente”, pontuou.

Roger com os locutores da GFM durante visita (Foto: Acervo Pessoal)

O amor pela GFM é tão grande, que Roger decidiu comemorar os seus 12 anos, este ano, com tema da rádio. “Ele pediu que fosse com o tema da GFM, e eu entrei na onda”, revelou Adislaine.

“Roger ama muito Angelina Yoshie, Paulo Gomes, Fábio Cota e Ewerton Matos e o seu programa favorito é o ‘Free Sound’”, contou ela.


Angelina Yoshie, locutora há 23 anos, afirmou que mesmo com anos de experiência, sempre se emociona com as histórias dos ouvintes. “É muita alegria, porque a gente alcança pessoas que a gente não imagina e, assim, é uma companhia. São músicas que alegram, são notícias, enfim, é um universo. Então quando a gente sente que o rádio tem uma renovação de ouvintes, né? Porque foi o pai dele que ouvia e, agora é o filho. Então, quando ele postou algumas coisas nas redes sociais, as pessoas começaram a seguir também e a descobrir ou redescobrir a GFM. E isso não tem preço”, finalizou.