Salvador

Incompatibilidade em exame de DNA atrasa sepultamento de baiano morto na Antártida

A Marinha não informou quando será realizado o novo exame para atestar que o corpo da vítima fatal do incêndio é do suboficial baiano

Da Redação
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Uma incompatibilidade no exame de DNA do suboficial da Marinha Carlos Alberto Vieira Figueiredo, morto em um incêndio na base brasileira na Antártida, atrasou a chegada do corpo do militar à cidade de Vitória da Conquista, onde os familiares organizam o velório do oficial.


De acordo com informações da TV Bahia, amostras de sangue de outros familiares da vítima do acidente já foram encaminhadas para a cidade de Ilhéus, onde serão transportadas via área para cidade do Rio de Janeiro, onde as vítimas foram homenageadas nesta terça-feira. Além do suboficial, o sargento Roberto Lopes dos Santos, que também morreu no incêndio, também era baiano, da cidade de Salinas das Margaridas. Apesar da ligação com o estado, o corpo de Roberto será sepultado na capital fluminense, onde o militar morava desde a infância.


A Marinha não informou quando será realizado o novo exame para atestar que o corpo da vítima fatal do incêndio é do suboficial baiano.


Homenagens
Ao som do Hino Nacional, o vice-presidente da República, Michel Temer, abriu a cerimônia de homenagens póstumas ao suboficial Carlos Alberto Vieira Figueiredo e o primeiro-sargento Roberto Lopes dos Santos nesta terça-feira.


A cerimônia aconteceu na Base Aérea do Galeão, na Ilha do Governador, no Rio, e contou com a presença do ministro da Defesa, Celso Amorim, um representante do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, entre outros representantes das Forças Armadas.


As vítimas serão promovidas ao posto de segundo-tenente; admitidas na Ordem do Mérito da Defesa, no grau Cavaleiro, honraria concedida pela presidente Dilma Rousseff; e agraciadas com a Medalha Naval de Serviços Distintos, dada pelo comandante da Marinha, almirante-de-esquadra Julio Soares de Moura Neto, que também participa da solenidade.