Salvador

Quinze lava jatos que funcionavam de forma irregular são fechados no Stiep

Os estabelecimentos utilizavam ligações clandestinas de água e energia e funcionavam nas calçadas

Redação Correio 24h

Quinze lava jatos que funcionavam na Estrada do Curralinho, no bairro de Stiep, foram fechados na manhã desta quarta-feira (24) por agentes Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop). Os locais funcionavam nas calçadas e os proprietários utilizavam ligações clandestinas de água e energia.

A ação contou com apoio da Transalvador, Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur), Guarda Municipal, Polícia Militar e Limpurb. Desde março de 1999, a Lei Municipal 5.503/99 proíbe a exploração de estabelecimentos comerciais em vias públicas.

A Coelba e a Embasa também participaram da ação. Os materiais utilizados pelos lava jatos foram apreendidos e a Limpurb recolheu os entulhos deixados pelos proprietários. Os donos dos estabelecimentos já haviam sido notificados pela prefeitura na semana passada, quando foram informados que deveriam deixar o local. A operação da Semop continua na tarde desta quarta em outros bairros da cidade.

Foto: Divulgação/Semop

"O objetivo da operação é desobstruir esse comércio ilegal e liberar a via para que tenha um fluxo mais fluido dos carros e dos transeuntes. Em toda operação de ordenamento, fazemos um trabalho de notificação previamente, e uma semana após a notificações estamos aqui para fazer ordenamento que tem como objetivo de coibir esse tipo de comércio que é nocivo nessa área”, disse o diretor de Operações da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), Adriano Silveira.

De acordo com o diretor de Operações Especiais da Guarda Civil Municipal de Salvador, Cassio Matos, a ação aconteceu de forma tranquilo e não houve resistência por parte dos proprietários.
"O papel principal da Guarda Municipal nessa operação é preservar vidas. estamos aqui para trazer segurança e colocar ordem no local, juntamente com Polícia Militar”, pontua.

As mercadorias e equipamentos apreendidos pelos fiscais serão encaminhados para o Setor de Guarda de Bens da Semop. Os donos dos materiais têm o prazo de 60 dias para retirar os itens, depois de uma taxa, definida de acordo com o volume apreendido. Se o bem não for resgatado nesse período, os equipamentos são doados ou descartados pelo órgão.