Saúde

Especialista alerta para os riscos do consumo excessivo de leite condensado

De acordo com a médica dermatologista Hellisse Bastos, o alimento pode trazer sérios danos ao corpo, principalmente para a pele

Redação iBahia (redacao@portalibahia.com.br)

Gosta de doce? Se sim, é provável que o leite condensado esteja na sua lista de alimentos favoritos. Mas, tenha cuidado com o consumo em excesso. De acordo com a médica dermatologista Hellisse Bastos, o leite condensado pode trazer sérios danos ao corpo, principalmente para a pele. 

“Além de levar ao pico da insulina no organismo, o leite condensado faz uma degradação do nosso colágeno em um meio chamado glicação. Isso pode afetar principalmente aquelas pessoas que têm um baixo índice glicêmico”, explica Hellisse. 

Leite condensado em grande quantidade | Foto: reprodução / Pixabay

Um grande problema para a pele da pessoa é que, “além de acelerar o processo de envelhecimento, devido à degradação do colágeno, o leite condensado acaba estimulando as glândulas sebáceas a produzirem mais sebo”. O resultado disso é que “a pele fica mais oleosa, a pessoa fica com mais acne”.

Além disso, com a pandemia e o isolamento social, as pessoas estão ficando mais sedentárias. Sem poder se exercitar, acabam ficando com essa energia gerada por este alimento presa ao corpo, o que leva ao adoecimento. “Para quem quer desacelerar o processo do envelhecimento e melhorar das acnes, por exemplo, é fundamental que a alimentação melhore”. 

Produção de colágeno e envelhecimento precoce

Vale lembrar que a mulher começa a diminuir a produção do colágeno a partir dos 25 anos de idade, e isso pode se agravar com este consumo de alimentos inadequados.

"Uma solução para reverter o quadro é “estimular essa produção com laser hérbio-colágeno, ultrassom microfocado, e tudo que for para estimular a fibroblasto para produzir o colágeno, como retinóides e estes ativos rejuvenescedores do dia a dia", explica a dermatologista. 

Além disso, outra dica é usar “a aplicação de bio-estimuladores de colágeno em áreas específicas que é possível observar um envelhecimento mais precoce, por exemplo a face, o pescoço, o colo e as mãos”, completa a dermatologista.