Saúde

Nutricionista alerta riscos do consumo excessivo de alimentos ultraprocessados

Sophie Deram orietanta que é importante ficar atento aos rótulos dos produtos na hora da compra

Redação iBahia (redacao@portalibahia.com.br )

Os alimentos, principalmente os mais calóricos e industrializados, viraram refúgio para os momentos de estresse e ansiedade da quarentena. O problema é que com isso aumenta a ingestão de gordura, açúcar, sal, realçadores de sabor, conservantes, corantes e outros aditivos - que são prejudiciais à saúde. 

"Com a pandemia, todo mundo está mais tenso, mais ansioso. Por isso procuramos recompensa na comida. E não é o brócolis que traz essa compensação. São as comidas que têm gordura, açúcar e sal: nosso cérebro adora e elas fazem brilhar uma árvore de Natal na química do cérebro", explica Sophie Deram, nutricionista doutora da USP e autora best-seller "O Peso das Dietas". 

A nutricionista defende a alimentação mais fresca e caseira, menos processada a fim de se evitar a adoção das chamadas "dietas da moda" que, segundo a especialista, são o gatilho perfeito para engordar. 

Sophie Deram orienta que é importante ficar atento aos rótulos dos produtos na hora da compra, observar se a composição oferece realmente o que a propaganda na embalagem promete. Além disso, vale preferir os alimentos in natura e "meter a mão na massa para cozinhar mesmo".