Saúde

Sementinha poderosa: quatro benefícios da semente de sucupira para saúde

A semente é rica em propriedades medicinais

Redação iBahia (redacao@portalibahia.com.br)

Está buscando opções saudáveis para incluir na alimentação? A semente de sucupira, que é de uma árvore do Cerrado, pode ser uma opção devido as suas propriedades medicinais. O portal Taeq listou quatro benefícios dessa semente. Confira:

Foto: reprodução / Shutterstock
1- Ajuda a tratar inflamações nas articulações

A semente de sucupira é uma ótima aliada para combater problemas nos músculos e ossos. Ela é muito indicada, inclusive, para reduzir inflamação nas articulações, auxiliando no tratamento de artrite, reumatismo e artrose. Por ser fonte de flavonoides, ela também funciona como analgésico natural, amenizando dores e fortalecendo a imunidade.

2- Auxilia no processo de cicatrização

Para acelerar o processo de cicatrização, a semente de sucupira também é muito útil. Ela ajuda na recuperação de feridas, úlceras e diferentes machucados na pele, otimizando o processo de cura do organismo. Uma boa dica é preparar chás com essa semente e outras ervas para melhorar a cicatrização do corpo e amenizar dores.

3- Combate úlceras gástricas e dores no estômago

A semente de sucupira, para quem não sabe, também é ótima para tratar doenças relacionadas ao aparelho gastrointestinal. Ela ajuda a combater úlceras gástricas - pois tem propriedades anti-inflamatórias, analgésicas e antiúlceras -, amenizando dores e possíveis desconfortos no estômago.

4- Trata cólicas e problemas no útero

Para mulheres que sofrem com problemas no útero (cólicas intensas), cistos no ovário e outros problemas relacionados ao sistema reprodutor, a semente de sucupira também pode ser muito útil. As propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, anestésicas e analgésicas presentes no alimento ajudam a amenizar dores e contribuem para o tratamento de diferentes problemas.



O Taeq também alertou que é preciso ficar atendo para não exagerar no consumo da semente de sucupira e optar por um consumo com acompanhamento de um médico e/ou nutricionista. Vale destacar que, na maioria dos casos, as plantas medicinais não podem ser usadas como substitutas dos remédios prescritos pelos médicos - mas sim como auxiliares no tratamento.