Saúde

'Tirar rapidinho': 1 em cada 4 brasileiras engravidam ao praticar o coito interrompido

Conforme a pesquisa, o Acre é o estado campeão de mulheres que ficaram grávidas ao realizar essa técnica

Redação iBahia (redacao@portalibahia.com.br)

Qual método contraceptivo que você adota na sua rotina? Se for o coito interrompido (o ato de o homem retirar o pênis da vagina antes de ejacular), é melhor repensar sua escolha. A prática não é 100% segura para evitar gravidez, tendo em vista que nem todo o esperma é liberado na hora do clímax, e ainda existe o risco de contrair doenças.

Uma pesquisa feita pela Universidade de Princeton nos Estados Unidos alerta que é possível engravidar com coito interrompido.

O portal Trocando Fraldas também realizou um estudo sobre o assunto e comprovou que 2 em cada 3 entrevistadas já praticou essa técnica como método contraceptivo. Além disso, 1 em cada 4 mulheres já chegou a engravidar após um ciclo em que praticou o coito interrompido.

Foto: reprodução / Pixabay
Mesmo sendo uma prática tão comum, 5 em cada 8 mulheres tem medo de engravidar ao adotar o coito interrompido. Esse medo independe da idade das entrevistadas e é bem maior nas mulheres que não querem ter filhos, 83%.

O principal motivo para a execução dessa prática é o fato de que 41% das entrevistadas não gostam de usar camisinha. Em 1 de cada 6 casos, o parceiro impõe a sua vontade por não gostar da camisinha. Além disso, a rejeição da camisinha é mais comum entre as faixas etárias mais novas. Outro motivo, é que 7% acreditam que não poderão engravidar realizando esse método.



Gravidez x coito interrompido

Conforme a pesquisa, o Acre é o estado campeão de mulheres que ficaram grávidas ao realizar essa técnica, com 42% das entrevistadas. Já o Rio de Janeiro lidera os rankings quando o assunto é a prática do coito interrompido e 73% das mulheres já a executaram. Em São Paulo, mesmo com um alto percentual de praticantes, somente 23% das participantes ficou grávida após realizar este método.