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BRASIL

Brasil sobe 5 posições em ranking de competitividade global, para 53º lugar

Infraestrutura e educação seguem mal avaliadas no país, mostra WEF. Suíça lidera ranking; EUA perderam posição pelo terceiro ano seguido

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• Atualizada em - há XX semanas
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O Brasil subiu cinco posições no ranking de competitividade global, divulgado nesta quarta-feira (7) pelo Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês). Com a melhora, o país passa a ocupar a 53ª posição no levantamento, que inclui 142 países. A lista é liderada pela Suíça, seguida por Cingapura, Suécia e Finlândia. Os Estados Unidos perderam posição pelo terceiro ano, caindo do 4º para o 5º lugar no ranking. O relatório, que no Brasil é feito em parceria com o Movimento Brasil Competitivo e a Fundação Dom Cabral, aponta que o país se beneficia de um dos maiores mercados internos mundiais (10º) e um sofisticado ambiente de negócios (31º). O Brasil fica bem atrás, no entanto, nos quesitos infraestrutura (104º), desequilíbrios macroeconômicos (115º), má qualidade da educação (115º), rigidez no mercado de trabalho (121º) e pouco incentivo à competição (132º).

País

Posição em 2011

Posição em 2010

Suíça

1º

1º

Cingapura

2º

3º

Suécia

3º

2º

Finlândia

4º

7º

Estados Unidos

5º

4º

Alemanha

6º

5º

Noruega

7º

5º

Dinamarca

8º

9º

Japão

9º

6º

Reino Unido

10º

12º

Brasil

53º

58º

Fonte: WEF, Movimento Brasil Competivivo, Fundação Dom Cabral

Entre as grandes economias emergentes, o Brasil fica atrás apenas da China, que ganhou uma posição no ranking e passou ao 26º lugar, e da África do Sul, na 50ª posição. A Índia perdeu posições e recuou para a 56ª, e a Rússia caiu para 66ª. Na América Latina, o Chile (31º) mantém a liderança, enquanto diversos países veem sua competitividade melhorar. O México subiu 8 posições, para 58º, enquanto o Peru passou a 67º no ranking, seis posições acima da verificada em 2010. O Panamá subiu 4 posições, para o 49º lugar. Já as maiores quedas foram observadas em nações da América Central – como Costa Rica, Guatemala, El Salvador e Nicarágua – e na Jamaica, no Caribe, “principalmente por conta de uma deterioração das condições de segurança pública”, diz o relatório. “O desempenho positivo da região como um todo está ligado tanto à melhoria em alguns fundamentos da competitividade, como políticas monetárias e fiscais mais robustas, e uma pujante demanda doméstica, como as condições externas favoráveis, incluindo-se aqui a forte demanda por commodities por parte da China e a progressiva recuperação das economias importadoras, notadamente os Estados Unidos”. Economias desenvolvidas Na zona do euro, a Alemanha seguiu na liderança, com o 6º lugar no ranking global. A França caiu três posições, para o 18º, e a Grécia continua sua tendência de queda, para o 90º lugar. “Os resultados mostram que, enquanto a competitividade nas economias desenvolvidas se manteve estagnada pelos últimos sete anos, em muitos mercados emergentes ela melhorou, colocando seu crescimento em uma trajetória mais estável e espelhando a mudança da atividade econômica das economias desenvolvidas para as emergentes”, aponta o relatório. O ranking do Relatório Global de Competitividade é baseado no Índice de Competitividade Global (GCI, em inglês), que leva em conta 12 pilares de competitividade: instituições, infraestrutura, ambiente macroeconômico, saúde e educação primária, educação superior e capacitação, eficiência no mercado de bens, eficiência no mercado de trabalho, desenvolvimento do mercado financeiro, prontidão tecnológica, tamanho de mercado, sofisticação de negócios e inovação. As informações são do G1

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