Vingadores: Era de Ultron РHulk e Vi̼va Negra


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Mostra Cinemulti Itacaré Ano II

Local e data: Itacaré/BA, dias 17 a 21 de Abril – Entrada Franca
blog: cinemulti 2015.bogspot.com.br
fanpage: facebook/cinemulti

Abram alas! O cinema voltou!

A cidade de Itacaré orgulhosamente será palco da segunda edição da Mostra Cinemulti. A Mostra de Cinema Multicultura que já foi sucesso em 2011, volta agora com a exibição de 50 curtas-metragens e cinco longas, além de oficinas de capacitação na área de audiovisual e bate-papos com produtores, equipe técnica e atores. A programação é diversificada e voltada para o publico infantojuvenil e adulto. Entre os dias 17 e 21 de abril o cinema itinerante ocupará um espaço público em pontos diferentes da cidade, trazendo a sétima arte para enriquecer a vida de itacareenses e visitantes.

Os filmes apresentados são produções nacionais, com um espaço especial reservado para as produções baianas, todos escolhidos a dedo e focados em temáticas como gênero, questões etno-raciais, cultura regional entre outros.

Nesta edição a mostra traz novidades como atenção à acessibilidade, à questão ambiental e uma oficina de animação exclusiva para o público infantil. Serão ao todo três oficinas variadas ao longo dos cinco dias, contemplando ao todo 60 pessoas. As inscrições serão abertas a partir de março e serão gratuitas.

Repetindo o êxito da primeira edição, que contemplou três jovens da comunidade para a bolsa Aprendiz Cinemulti, a equipe Cinemulti Ano II selecionou, por meio de entrevista, três jovens da comunidade para integrar a equipe como bolsistas. Eles irão atuar juntamente com os profissionais da equipe técnica do projeto, fortalecendo seu aprendizado na área e possibilitando que aprendam na prática toda a produção do evento. Além de gerar experiência e conhecimento para o bolsista, um dos objetivos é garantir a própria continuidade da mostra. Atualmente temos duas pessoas na equipe técnica que foram aprendizes na edição anterior.


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Ponte Aérea

Bruno (Caio Blat) e Amanda (Leticia Colin) se conhecem durante um voo, que devido a uma tempestade tem seu trajeto desviado e faz um pouso de emergência em Belo Horizonte, onde seus passageiros irão passar a noite. Amanda é uma jovem e bem-sucedida publicitária, Bruno é um artista plástico talentoso mas que se recusa a amadurecer. Apesar de serem bem diferentes, os dois sentem uma atração inexplicável um pelo outro e vivem um amor momentâneo. [Sinopse]

Esse não é mais um filme da (duvidosa) safra que a Globo Filmes vem despejando aos montes nos cinemas (e depois no Telecine), ainda que sua diretora seja a responsável por “Meu Passado Me Condena”, não por acaso um dos melhores do balaio. Não é só aquele fiapo de roteiro rasteiro para desenvolver um filme no estilo “Zorra Total”.

O filme “viaja” (sic) pelas idiossincrasias do Rio de Janeiro e São Paulo, baseado no romance de um improvável casal: ela, paulista, muderninha, hipster e workaholic, ele, carioca, desempregado, criativo e viajandão, que se unem bem naquele esquema de “os opostos se atraem”. E neste contexto yin-yang, clichês são debatidos, máximas são desconstruídas, sob um belo olhar que foge dos cartões-postais tradicionais. O roteiro peca num ritmo as vezes acelerado (o primeiro encontro dos dois é bem forçado) e outras vezes lento demais (o desfecho puxado no drama deixa o filme arrastado). As cenas de sexo são muito mais ousadas, e elegantes, do que o recente “50 Tons de Cinza”.

Talvez decepcione quem esperava apenas uma comédia-romântica hollywoodiana, pois não chega a ser nem mesmo a ser uma clássica comédia-romântica, mas vai agradar bastante quem gosta de um romance com doses de drama e tempero bem Brasileiros.


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Cinderela

 

Após a trágica e inesperada morte do seu pai, Ella (Lily James) fica à mercê da sua terrível madrasta, Lady Tremaine (Cate Blanchett), e suas filhas Anastasia e Drisella. A jovem ganha o apelido de Cinderela e é obrigada a trabalhar como empregada na sua própria casa, mas continua otimista com a vida. Passeando na floresta, ela se encanta por um corajoso estranho (Richard Madden), sem desconfiar que ele é o príncipe do castelo. Cinderela recebe um convite para o grande baile e acredita que pode voltar a encontrar sua alma gêmea, mas seus planos vão por água abaixo quando a madrasta má rasga seu vestido. Agora, será preciso uma fada madrinha (Helena Bonham Carter) para mudar o seu destino… [Sinopse]

Seguindo a onda de versões “live action” de clássicos da animação, no rastro do mega-sucesso “Malévola”, sepultando as cantorias, talvez influenciado pelo fracasso de “Caminhos da Floresta”, chega esta ótima adaptação “Cinderela”.

O filme sempre foi tratado com muito carinho por Walt Disney, afinal foi ele que, em 1950, resgatou os estúdios Disney das vacas magras do pós-guerra, abrindo caminho para a construção do seu primeiro parque na Califórnia, a “Disneylandia”.

Sou a favor que, de tempos em tempos, principalmente quando há tamanho salto em aspectos técnicos, um clássico seja modernizado para melhor aceitação as novas gerações. Recentemente coloquei meus filhos para assistirem “Branca de Neve” e… todos saíram da sala com 20 minutos. O timing hoje em dia é outro!

Direção de arte primorosa, figurinos impecáveis, fotografia viva (nada de marrons e cinzas na idade média!), com os animais (reais!) em perfeita “atuação”, o filme é um primor técnico regido brilhantemente pelo diretor Kenneth Branagh, que não inventa novidades desnecessárias, mantendo o espirito “Pollyana” do clássico dos anos 50. E, por ultimo mas nao menos importante, temos a impecável interpretação de Cate Blanchet como a madrasta má.

Cada qual no seu cada qual, ambos (live action e clássico da animação) são de ótima qualidade e triunfam no quesito agradar a pais e filhos, meninos e meninas, atemporalmente.


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“O Exterminador do Futuro: Gênesis” ganha cartaz animado com Schwarzenegger

Paramount divulga cartaz animado de “O Exterminador do Futuro: Gênesis” com Arnold Schwarzenegger. Previsto para estrear no Brasil dia 2 de julho de 2015, o longa é dirigido por Alan Taylor e marca a volta de Schwarzenegger à franquia. O elenco de “O Exterminador do Futuro: Gênesis” também conta com Jason Clarke (“O Grande Gatsby”, “A Hora Mais Escura”), Emilia Clarke (série “Game of Thrones”), Jai Courtney (“Divergente”, “Jack Reacher – O Último Tiro”), J.K. Simmons (“Whiplash – Em Busca da Perfeição”), Dayo Okeniyi (“Jogos Vorazes”) e Byung Hun Lee (“Red 2 – Aposentados e Ainda Mais Perigosos”).

A franquia “O Exterminador do Futuro” foi lançada em 1984 com Schwarzenegger interpretando o personagem principal e teve três filmes na sequência, que arrecadaram mais de US$ 1 bilhão em bilheterias de todo o mundo.

O filme estreia dia 2 de julho no Brasil


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Kingsman: Serviço Secreto

Eggsy é um jovem com problemas de disciplina que parece perto de se tornar um criminoso. Determinado dia, ele entra em contato com Harry, que lhe apresenta à agência de espionagem Kingsman. O jovem se une a um time de recrutas em busca de uma vaga na agência. Ao mesmo tempo, Harry tenta impedir a ascensão do vilão Valentine. Adaptação da série de quadrinhos criada por Mark Millar e Dave Gibbons.
[Sinopse]

O filme, baseado numa <em>graphic novel </em>independente (leia-se nem Marvel, nem DC), é uma homenagem cômica aos filmes de 007, seguindo linha outros filmes de Matthew Vaughn como “Kick-Ass” e os filmes Guy Ritchie, onde atuava como produtor. Reza a lenda que Vaughn (X-Men: Primeira Classe), desistiu de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”, por este projeto, justamente por ser mais autoral e menos engessado que a franquia X-Men.

O novato protagonista Taron Egerton, uma versão teen do mega astro do futebol Cristiano Ronaldo, encaixa bem no papel, com um bom tipo físico mesclado a uma personalidade marrenta, típica de adolescentes. Encarado inicialmente como um potencial “miscasting” (má escalação para um papel), Colin Firth é uma grata surpresa como um competente agente secreto.

Achei o filme desproporcionalmente violento, completamente fora do contexto, ainda mais se tratando de um filme teen. Muitos tiro na cabeça, selvageria, degradação, e novamente digo, tudo fora de contexto, pois filmes de espião não tem essa pegada ultra violenta. Destoa.

Encarado como uma paródia, em forma de homenagem aos filmes de 007, consegue ser um filme OK. A crítica adorou, acredito que mais pela novidade, do que pelo o filme em si, mas não sei se o público em geral, vai ter o mesmo entusiasmo.

ps. aviso aos cinéfilos, tem cenas pós-créditos, por sinal, muito bacana!


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Lista Top 10 – Golpistas

1. Golpe de Mestre
2. Onze Homens e um Segredo
3. Nove Rainhas
4. Uma Saída de Mestre
5. Os Suspeitos
6. Prenda-me Se For Capaz
7. Os Vigaristas
8. A Cartada Final
9. Os Imorais
10. O Caminho Para El Dorado


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Golpe Duplo

Nicky (Will Smith) é um golpista que se envolve com Jess (Margot Robbie), uma vigarista novata. Ele resolve se afastar quando a mulher se aproxima demais. Três anos mais tarde, Nicky fica balançado quando a reencontra em Buenos Aires. Ambos estão na cidade para preparar o seu próprio – mas igualmente elaborado – golpe, ambos visando o mesmo bilionário, que é proprietário de uma equipe de corrida.
[Sinopse]

O filme começa nos lembrando que para o golpista tudo se resume a maneira de desvirtuar o foco (Focus é o titulo original do filme) de suas vitimas para que se preocupem com algo, e deixem caminho livre para o real objetivo do ilusionista. É mais um filme do sub-gênero de golpistas (con movies), onde não se pode confiar em ninguém e se tem muitos twists, as reviravoltas na trama. Estreou com “fama” de ter destronado “50 Tons de Cinza” do topo da bilheteria, mas ficou só nisso, estacionando nos U$ 40 mi, o que pode ser considerado um fracasso.

Will Smith está perfeito no papel, suas já conhecida eloquência e jogo de cintura encaixam perfeitamente na figura do malandro classudo. Como o filme não foi bem comercialmente, vai ter que ligar a luz amarela e recolocar a carreira de intocável nos rumos. Seu par romântico (ou seria desvio de foco?) é a (quase) novata Margot Robbie, uma sósia de Sofia Vergara, mais jovem e tão sensual quanto, de longe a melhor surpresa do filme. A dupla de diretores Glenn Ficarra e John Requa (responsável pelo também “O Golpista do Ano”), empresta ao filme um DNA de “Os Vigaristas” (2003) com um tratamento estético de “Aposta Máxima” (2013).

O final, um twist (claro!), é um tanto quanto exagerado, beirando novela mexicana, o que deixa ainda mais a sensação de um filme irregular, que tem seus bons momentos (principalmente por Margot Robbie) mas que nunca decola de verdade.


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50 Tons de Cinza

Anastasia Steele (Dakota Johnson) é uma estudante de literatura de 21 anos, recatada e virgem. Uma dia ela deve entrevistar para o jornal da faculdade o poderoso magnata Christian Grey (Jamie Dornan). Nasce uma complexa relação entre ambos: com a descoberta amorosa e sexual, Anastasia conhece os prazeres do sadomasoquismo, tornando-se o objeto de submissão do sádico Grey.
[Sinopse]

Convenhamos, é uma tarefa árdua fazer um filme para massas, nos Estados Unidos, focado prioritariamente no tema sexo, de que se espere a bilheteria de um blockbuster. O pessoal ianque tem um monte de questões e não-me-toques em relação ao assunto que praticamente inviabilizam a tarefa acima.

É mais um produto de consumo rápido como tantos outros que tem aparecido cada vez mais na programação, não é nenhum tratado sobre romance ou sexo. Nasceu de um best seller da literatura, mas de característica bem novelesca e rasteira, tocando num ponto pouco explorado, focando num nicho bem amplo e sedento por novidades. Não deixa de ser uma variação das clássicas comédias românticas, uma reimaginação da princesa que encontra seu príncipe encantado, só que ele tem alguns gostos, digamos, peculiares.

O filme tem diferenças em relação ao livro, algumas inerentes da própria transposição para cinema, outras relacionadas a público-alvo e classificação de censura do filme. Tem um Cristian atenuado na dominação física e psicológica, muito mal escalado e interpretado por uma ator que as mulheres não acham tão foda, e os homens acham um coxinha, e ainda que a Anastasia do filme seja bem menos relutante quanto do livro, está bem mais fiel ao romance. No geral, ainda que bem adaptado, o filme não funciona tão bem como o livro, em que o poder da sugestão cria perfeitamente a situação idealizada por cada leitor, o que o filme já entrega (mal) empacotado.

Quando vejo um certo senhor de 70 anos, que assistiu 3 filmes em 3 décadas (Gandhi em 82, Titanic em 97 e Getulio em 2014) me perguntar sobre o filme, tenho a medida exata do porquê ele esta sendo (exageradamente) malhado. Deixou de ser um mero filme, é um assunto, extrapolou o cinema. Goste ou não goste do tema tem que se “estar por dentro”. Não, não é nenhum filmaço (longe disso), mas também não é essa bomba que falam.


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Corações de Ferro

Durante o final da Segunda Guerra Mundial, um grupo de cinco soldados americanos é encarregado de atacar os nazistas dentro da própria Alemanha. Apesar de estarem em quantidade inferior e terem poucas armas, eles são liderados pelo enfurecido Wardaddy (Brad Pitt), sargento que pretende levá-los à vitória, enquanto ensina o novato Norman (Logan Lerman) a lutar.
[Sinopse]

O diretor David Ayer, roteirista especializado em bairros barra pesada de Los Angeles, sempre teve uma boa dose de fúria em todos os projetos que esteve envolvido, casos de “Os Reis da Rua”, “Dia de Treinamento” e “Velozes e Furiosos”, não deixa essa sua marca passar incólume justamente num filme de guerra. Brad Pitt está no modo canastrão, exatamente como seu “parça” George Clooney havia estado em “Caçadores de Monumentos”, faz caras e bocas, tem umas cicatrizes para dar uma cara de soldado ao Baby Johnson, mas é somente isso. Alias, não há um destaque na atuação de nenhum dos cinco integrantes do tanque Fury.

O filme é um sub-produto de “Bastardos Inglórios”, com texto bacana, momentos que mesclam ternura e tensão (tal qual a cena do bar do filme de Tarantino), competentes cenas de ação, mas, de fato, não há nada de novo a acrescentar ao gênero. Outro problema do filme é ser baseado numa premissa fraca, apesar de bem contada, ficando difícil “comprar” a ideia de um tanque de guerra mequetrefe e sua equipe mambembe façam tanto estrago na máquina de guerra Alemã.

É um filme apenas OK, não agride, não é ruim (um pouco longo demais!), mas tinha um hype muito maior do que de fato apresentou. Fica aquela sensação de “esperava mais“.


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