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Música em família

Assumir sobrenome Mercury é honrar 'legado', diz filho de Daniela

Em entrevista ao Mundo GFM, artista, que inicia carreira como intérprete após anos de trabalho nos bastidores, falou sobre show ao lado da mãe

Vinicius Cunha e Julli Rodrigues • 02/12/2023 às 14:57 • Atualizada em 02/12/2023 às 16:00 - há XX semanas

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O cantor e compositor Gabriel Mercury, 38 anos, vive um novo momento em sua carreira ao assumir por inteiro o papel de intérprete. Com décadas de trabalho nos bastidores da música, como produtor e autor de canções em parceria com a mãe, Daniela Mercury, o artista agora se coloca sob os holofotes.


				
					Assumir sobrenome Mercury é honrar 'legado', diz filho de Daniela
O cantor Gabriel Mercury. Foto: Vinicius Cunha/iBahia

Em entrevista ao Mundo GFM, Gabriel falou sobre a nova fase artística, que inclui uma mudança de sobrenome. Até então, ele usava Póvoas, nome de seu pai, o engenheiro eletrônico Zalther Laborda Póvoas.

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"A mudança de sobrenome tem bastante significado, porque agora estou me assumindo como intérprete, como cantor. A partir do momento em que eu decidi que eu quero ser intérprete e que isso vai ser importante pra mim, decidi trazer esse nome, que é um nome que as pessoas já identificam. É o legado, é a criação que nós todos da família sempre tivemos e que eu resolvi pegar pra mim", contou.

Na última sexta-feira (1º), chegou às plataformas digitais o single que representa a nova fase da carreira de Gabriel. "Marmita", gravada em parceria com a cantora Juliana Linhares, é uma música definida por ele como "divertida". "É uma composição minha em parceria com Lana Scott e Luiza Brito. É um samba-salsa para o verão", afirmou.

Essa não é a primeira virada na trajetória de Gabriel: na infância, o filho de Daniela chegou a construir uma carreira no hipismo e competiu em torneios internacionais, mas logo se voltou à música.

"De uma hora para outra chegaram os hormônios da adolescência e eu resolvi tocar. Já tinha tocado piano quando era criança e aí resolvi pegar o violão, que era um instrumento que eu poderia tocar em qualquer lugar. No início achei que não tinha jeito pro violão, mas depois comecei a tocar. Pouco tempo depois comecei a compor, que viria a ser minha ocupação principal", relembrou, acrescentando: "Foi em um show de Yamandu Costa com Armandinho que eu tive essa certeza de que a música iria me levar nessa vida".

No palco com Daniela


				
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Daniela e Gabriel Mercury dividem o palco no show "Oxente Acústico". Foto: Divulgação

No show "Oxente Acústico", que acontece neste sábado (2) na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, Gabriel divide o palco com Daniela. Questionado sobre o que o público pode esperar do show, o artista ressaltou o repertório inédito e a natureza intimista.

"É um show interessante porque a gente canta um repertório que nunca havíamos cantado juntos, músicas conhecidas que as pessoas vão cantar com a gente. Canto poucas músicas inéditas, mas com uma roupagem que lá no show de São Paulo as pessoas gostaram bastante, pelo menos. Minha mãe brinca que o show é um reality, também, porque a gente expõe um pouco da nossa intimidade e da nossa relação com a música", pontuou.

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