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BAHIA

Bahia perde 6 posições em ranking de competitividade entre estado

Estudo considerou 65 indicadores, agrupados em 10 pilares temáticos, entre eles infraestrutura, educação e inovação

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Redação iBahia

20/09/2016 às 11:34 • Atualizada em 01/09/2022 às 13:15 - há XX semanas
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A Bahia caiu seis posições no ranking de competitividade dos estados brasileiros 2016. Os dados da pesquisa foram divulgados no final da tarde de ontem pelo Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com a Economist Intelligence Unit e a Tendências Consultoria. O estudo considerou 65 indicadores, agrupados em 10 pilares temáticos, entre eles infraestrutura, educação, solidez fiscal, sustentabilidade ambiental e social, capital humano, potencial de mercado, segurança pública, inovação e eficiência da máquina pública.
Na nota geral, a Bahia alcançou 42,3 pontos, ficando na 20º posição do ranking e abaixo da média Brasil, que foi de 50,2 pontos. Na avaliação anterior, o índice Bahia tinha nota 50,6 e havia ficado em 14º lugar entre os estados. Segundo o presidente do CLP, Luiz Felipe d’Avila, ficou constatado que, de 2015 a 2016, a Bahia piorou em todos os pilares avaliados. “Enquanto outros estados do Nordeste, como Pernambuco e Ceará, cresceram e avançaram no ranking, a Bahia registrou queda em todos os indicadores”, destacou.
Para o economista da Tendências Consultoria, Adriano Pitoli, os índices de evasão tanto no ensino médio quanto no fundamental puxaram a Bahia para baixo, assim como o crescimento insuficiente da população em idade de trabalhar. Enquanto que no ranking de 2015 a taxa de abandono teve nota de 45,1 (ensino fundamental) e 67,7 (ensino médio), no ranking deste ano a avaliação caiu para 34,0 (ensino fundamental) e 46,6 (ensino médio).
Quanto ao pilar potencial de mercado, a taxa de crescimento que teve nota 64,3 (2015) caiu para 30,7 (2016). “É grande a proporção de crianças e jovens que não terminaram o ensino fundamental e médio. Talvez um desafio imediato para o estado seja melhorar o seu desempenho na educação. Com relação ao ambiente de negócio, o crescimento baixo da força de trabalho é determinante para estimular a competitividade”, afirmou Pitoli.
O cenário de perda de confiabilidade, no entanto, se reflete em todo o país, como pontua ainda o presidente do CLP. “Com a crise, a perda de competitividade se tornou um problema nacional. Mesmo os estados que estão no primeiro lugar do ranking caíram em relação ao índice anterior. O levantamento mostra esse esforço para recuperar a confiabilidade e o ambiente de negócio”, avaliou d’Avila.

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