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BAHIA

Secretário fala de desabamento parcial do Centro de Convenções

O gestor esteve no local com a equipe de Bombeiros e da Defesa Civil para avaliar o ocorrido

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Redação iBahia

24/09/2016 às 0:20 • Atualizada em 29/08/2022 às 6:33 - há XX semanas
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O secretário de Turismo da Bahia, José Alves, falou sobre os danos causados pelo desabamento parcial do Centro de Convenções, no Stiep, na noite desta sexta-feira (23). O gestor esteve no local com a equipe de Bombeiros e da Defesa Civil para avaliar o ocorrido.

					Secretário fala de desabamento parcial do Centro de Convenções
Fachada do Centro de Convenções desabou nesta sexta (23) | Foto: iBahia
"O prédio estava interditado, em obras, não estava tendo nenhum tipo de atividade comercial no prédio. O que estava tendo era atividade de reforma. De uma forma ou de outra, aconteceu um infortúnio e esse infortúnio a gente nunca deseja, mas aconteceu em horário que não afetou a ninguém. É apenas o prejuízo físico", pontuou o secretário, que destacou que uma avaliação mais detalhada será feita durante o sábado (24).Questionado sobre o Congresso Internacional de Odontologia da Bahia (Cioba), marcado para o mês de novembro no Centro de Convenções, Alves afirmou que ele continua garantido na Bahia: “Eles estão confirmados. Vamos ver um plano B. Desde o inicio da prospecção desse evento havia o plano A, que era o Centro de Convenções, e o plano B, que pode ser a Arena Fonte Nova".Segundo a Setur, as obras começaram em setembro do ano passado, com orçamento em torno de R$ 15 milhões. O órgão anunciou que, no local, estava feita a substituição de vigas, telhas e dutos no Teatro Yemanjá, recuperação das torres das saídas de emergência e portas corta-fogo e a instalação de novos banheiros.Desabamento Parte da fachada do Centro de Convenções, no Stiep, desabou por volta das 20h50, desta sexta-feira (23). Um forte barulho e a poeira assustaram os moradores da região. Um vigilante, que quebrou a janela para sair da guarita, teve ferimentos leves, assim como uma policial militar que fica em um batalhão no local.O vigilante Sergio Souza, 37 anos, relatou ao iBahia sobre o ocorrido. “Foi um desespero. Achei que fosse morrer”, disse ele que trabalha no local há cerca de um ano. "Eu estava na frente, na portaria, de repente eu vi tudo em minha frente desabando. A policial também estava do meu lado.”

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