A Polícia Federal prendeu um grupo que preparava atos terroristas durante os Jogos Olímpicos, e o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, detalhou as prisões em uma entrevista coletiva nesta manhã. As 10 prisões de brasileiros aconteceram em São Paulo e no Paraná, mas há outros dois mandados de prisão. De acordo com o ministro, o grupo jurou lealdade ao Estado Islâmico pela internet e ficará preso por 60 dias.
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Entre eles, os membros se comunicavam pelo WhatsApp, Telegram e redes sociais. Havia um líder que orientava os participantes desta cédula, que nunca e marcou um encontro pessoalmente, exceto duas duplas separadamente. Eles discutiam o treinamento de artes maciais, a compra de armamento e os possíveis alvos no Rio de Janeiro.
- Um deles entrou em contato com o site de armas clandestinas no Paraguai para comprar um fuzil AK 47 para a relização de uma operação. Não há informação de que ele tenha conseguido adquirir esse fuzil, mas esse sentido e a informação circulando entre eles sobre a compra é um ato preparatório.
Segundo o ministro, os suspeitos comemoraram os atentados em Orlando, nos Estados Unidos, e de Nice e Paris, na França.
Um dos membros pensava em procurar, no exterior, representantes do Estado Islâmico, mas desistiu por causa de uma "impossibilidade financeira".
- Em nenhum momento, eles falam em bomba, por exemplo.
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