Especial Dia das Mães

Filhos do futebol: mães de jogadores de Bahia e Vitória dividem orgulho de ver ‘as crias’ em campo

Entre xingamentos e fanatismo, profissionais do futebol vivem uma rotina intensa. Mas como será que fica o coração das mamães vendo os filhos em campo? Confira

Redação iBahia
08/05/2022 às 16h19

3 min de leitura
Ignácio e a mãe, Maria Luzinete, à direita. Marco Antônio e dona Rita, à esquerda.
Foto: Reprodução / Redes sociais

Críticas, físico em forma, pressão por resultado e outros quesitos mais. Ser jogador de futebol não é nada fácil, ser mãe de atleta da modalidade é ainda mais desafiador. Entre xingamentos e fanatismo, profissionais do futebol vivem uma rotina intensa. Mas como será que fica o coração das mamães vendo os filhos em campo?

O iBahia conversou com as mães dos zagueiros, Ignácio, do Esporte Clube Bahia, e também com a mãe de Marco Antônio, do Vitória. Um BAxVI diferente, cheio de amor, carinho e muito afeto.

A genitora de Ignácio, Maria Luzinete da Silva, de 54 anos, conta sobre o orgulho do filhote. Para ela, no início foi difícil ver o atleta longe, mas que o amor por ele foi fundamental para que ela o deixasse seguir firme e forte na profissão.

“No início foi muito difícil a ausência dele, sempre fomos muito apegados um ao outro e a saudade era enorme. Sempre apoiei suas decisões e nunca duvidei que se tornaria um jogador profissional, por sua força de vontade e dedicação com a profissão.Procuro sempre estar presente, mesmo estando distante, mandando mensagem positiva em todos os momentos.”, diz ela.

Ela também revelou que não conseguiu ver um jogo completo do Bahia. O coração ‘para na boca’ a cada queda, ou tombo que o filho leva em campo.

“Ainda não consegui assistir um jogo completo, pois a cada queda ou contusão fico muito angustiada e pensando em algo que possa acontecer com ele. Eu fico muito apreensiva pois ultimamente tem ocorrido episódios de violência contra os atletas e isso inadmissível.”, completou.

Dona Rita de Cássia, de 49, dividiu que desde muito novo, Marco Antônio dizia da sua vontade de ser jogador de futebol. Com condições econômicas mínimas, o jovem sempre teve vontade de estar em campo para mudar a realidade da família e dar um conforto para a genitora.

“O orgulho é imenso. Desde pequenininho ele e o irmão diziam que queriam ser atletas para me fazerem parar de trabalhar. Passamos muitas dificuldades, mas graças a Deus ele hoje joga e conseguiu mudar as nossas vidas. Tudo mérito dele, que correu atrás desde novinho”, contou ela.

Leia mais sobre Dia das Mães no iBahia.com e siga o portal no Google Notícias