Após ver sua mansão em Itu entrar em leilão judicial, a apresentadora Ana Hickmann não ficou de braços cruzados e montou um documento se manifestando contra a ação e solicitando a suspensão do procedimento do imóvel localizado no interior de São Paulo.

Avaliada em R$ 35 milhões, a mansão foi colocada para leilão pela 44ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo e faz parte da ação movida por Danielle Murayama Fujisaki, que cobra uma dívida de mais de R$ 900 mil da empresa Hickmann Serviços Ltda.
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Segundo a colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles, Ana apresentou um documento à Justiça para impedir que o empreendimento seja leiloado. Entre os argumentos apresentados no dia 19 de fevereiro, a apresentadora afirma que não foi intimada sobre sua penhora, mesmo sendo coproprietária do imóvel.
Garantia excessiva e problemas com leiloeiro
Além disso, ela também disse estar em alienação fiduciária ao Banco Daycoval. A situação é um tipo de garantia em que o devedor transfere a propriedade de um bem para o banco até quitar a dívida. Dessa forma, ela não conseguiria usar a casa como garantia do pagamento da dívida que tem com Danielle. O imóvel também é considerado uma garantia em excesso, visto que ultrapassa muito o valor da dívida cobrada.

Outra reclamação de Ana no caso está relacionada à postura do leiloeiro da mansão. Segundo ela, o profissional adotou comportamentos precipitados e fora da conformidade das regras de um leilão, com momentos de pressão e anormalidades frente a um processo comum.
De acordo com a apresentadora, o leiloeiro teria tentado, por exemplo, fazer uma vistoria no imóvel a partir de uma suposta ordem judicial que não existiu de fato. Até o momento, a 44ª Vara Cível do Foro Central não deu um parecer sobre a solicitação da proprietária do imóvel.
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