O diretor americano Carl Rinsch foi condenado nesta segunda-feira (29), anos após comandar as gravações da série "Conquest", produção da Netflix teria no elenco Bruna Marquezine. O ator americano chegou a passar uma temporada no Brasil para gravar diversas cenas do projeto, que nunca foi lançado.
Além de Keanu Reeves e Bruna, a série contava com um elenco internacional e era tratada como uma das grandes apostas da plataforma. A produção acabou sendo interrompida depois que a Netflix identificou irregularidades envolvendo o orçamento, levando ao cancelamento definitivo do projeto.
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Segundo a acusação, Carl Rinsch desviou cerca de US$ 11 milhões (aproximadamente R$ 59,9 milhões, na cotação atual) destinados à série. O dinheiro teria sido usado para comprar artigos de luxo, investir em criptomoedas e fazer aplicações pessoais. Durante o processo, a defesa alegou que o cineasta enfrentava uma crise de saúde mental e que não tinha condições de continuar à frente da produção.
Antes de ser engavetada, "Conquest" despertou o interesse de diferentes plataformas de streaming. A Netflix venceu a disputa pelos direitos e investiu cerca de US$ 46 milhões no desenvolvimento da série, considerada uma das produções mais ambiciosas do catálogo até o escândalo que culminou na condenação do diretor.
Briga de Marquezine e Marina Ruy volta à tona após caso Rodrigo Branco
O pedido de desculpas público do empresário Rodrigo Branco, após sua condenação por racismo contra a médica e campeã do "BBB 20", Thelma Assis, reacendeu intensos debates nas redes sociais nesta terça-feira (23). Além da polêmica em torno da condenação, internautas apontaram uma suposta rivalidade entre as atrizes Bruna Marquezine e Marina Ruy Barbosa, baseada em suas reações distintas ao caso.
A controvérsia começou quando usuários observaram que Bruna foi uma das celebridades, ao lado de nomes como Xuxa Meneghel e Astrid Fontenelle, que curtiram a publicação de Rodrigo Branco referente ao seu pedido de desculpas. Por outro lado, a atriz não interagiu com a postagem na qual Thelma Assis declarou que, caso receba a indenização de R$ 40 mil por danos morais, o valor será integralmente doado a instituições antirracistas.
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