Claudia Leitte dança música de Anitta e web reage: 'Crente na macumba'
Vídeo da cantora ao som de álbum inspirado no Candomblé divide opiniões nas redes sociais e movimenta os internautas
A cantora Claudia Leitte, 46 anos, voltou a movimentar as redes sociais na madrguada deste domingo (23) após publicar um vídeo nos stories do seu Instagram. No registro, a artista aparece se divertindo em um banheiro e dançando ao som de "Não Me Cutuca", parceria entre Anitta, 33, e Alceu Valença, 80, lançada no álbum Equilibrivm II.

A publicação rapidamente deu o que falar entre os internautas, dividindo opiniões. "A crente na macumba", brincou uma pessoa nos comentários de uma publicação feita por um fã-clube da loira. "Por dentro repreendendo o álbum todo! 😂", disparou outra.
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Teve quem criticou a postura ambígua, com comentários questionando: "É bom que ela não tem questão de religião né?". Por outro lado, muitos elogiaram o apoio ao trabalho da colega de profissão. "Até a mamis se rendeu ao álbum perfeito ❤️🔥😍", comemorou um fã. "Só Anitta para trazer nossa Claudia Leitte babado de volta hahahha", elogiou outro perfil.
Contraste entre propostas e religiões
O vídeo chamou a atenção do público na web principalmente pelo contraste em relação à proposta do álbum de Anitta. Lançado em 2026, Equilibrivm e sua continuação Equilibrivm II marcam um mergulho profundo da cantora nas religiões de matriz africana, especialmente no Candomblé, religião da qual ela é adepta e onde atua como ekedi, exaltando figuras sagradas, a força das encruzilhadas, a liberdade e o sagrado feminino.
Por sua vez, Claudia Leitte é cristã evangélica e já declarou publicamente que mantém uma relação pessoal com Jesus.
Polêmica anterior de Claudia Leitte
Esse cenário acabou resgatando na memória do público uma polêmica recente envolvendo a cantora baiana. Em dezembro de 2024, Claudia gerou grande repercussão ao alterar o verso "saudando a rainha Iemanjá" para "eu canto meu rei Yeshua" (nome em hebraico de Jesus Cristo) na música "Caranguejo".
Devido à sua fé cristã evangélica, a mudança foi vista por órgãos como o Ministério Público da Bahia (MP-BA) como possível intolerância religiosa, resultando em uma ação civil pública com pedido de indenização.
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