A cantora Claudia Leitte, 45 anos, decidiu abrir o jogo da realidade da vida em família em um relato sincero publicado na noite do último sábado (9), véspera do Dia das Mães. Longe do glamour dos palcos, a artista compartilhou um carrossel de fotos para ilustrar o seu "bloquinho de notas doidas", que mistura humor, nostalgia e uma reflexão profunda sobre o que é ser mãe e filha.

Nos registros, a cantora aparece grávida e, depois, em momentos de descontração com o marido, o empresário Márcio Pedreira, 45, com quem é casada desde 2007. A publicação chamou atenção, sobretudo, por mostrar como cresceram os três filhos do casal: Davi, de 17 anos, Rafael, de 13, e a caçula Bela, de 6. Para embalar o momento, ela escolheu como trilha sonora a sua música “Viagem Bonita”, que reforça o tom de gratidão e leveza do relato.
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No texto, Claudia humanizou a figura materna ao refletir sobre a criação que recebeu de sua mãe, Dona Ilna Leitte. "Hoje eu sei que minha mãe tava improvisando o tempo todo no roteiro", escreveu a cantora, lembrando que, na época de sua infância, temas como saúde mental e hiperatividade não eram debatidos. "Mainha tá começando a ver agora que minha hiperatividade precisou de tratamento na infância, mas, à época, ela pensou que me faltavam umas boas chineladas", brincou.

Áudios gigantes e fotos "sob tortura"
O lado cômico do relato focou nas manias familiares. Claudia entregou que a mãe costuma enviar áudios de até 17 minutos no WhatsApp - e que ela só consegue ouvir graças à velocidade 2x do aplicativo. "Fica meio pentecostal, a senhora parece que fala em línguas", divertiu-se.
Sobre os filhos, a cantora não poupou a "reclamação" clássica de quem tenta registrar tudo: segundo ela, os meninos mais velhos só aceitam posar para as fotos da mãe "sob tortura emocional".
Ao comparar a facilidade de fotografar hoje com o esforço de Dona Ilna no passado, que precisava economizar para revelar rolos de filme emprestados, Claudia finalizou com uma mensagem sensível. Para ela, apesar dos desafios e das falhas geracionais, a conexão familiar e a fé fazem com que a "maternidade continue sendo poesia".
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