O nome da mãe de Dennis DJ esteve envolvido no centro de uma questão, no mínimo, curiosa. Tânia Gomes foi flagrada no documento de registro fonográfico de uma música do artista, e Dennis precisou justificar o ocorrido.

Tânia está registrada na música "Quero Te Provar", em feat com Naldo Benny, MC Koringa e Mr Catra, na categoria de músicos acompanhantes, mesmo não tendo uma trajetória divulgada no meio.
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Diante da repercussão do caso, Dennis se manifestou através de uma nota do advogado Daniel Valle. A situação teria se dado por conta de uma limitação técnica do sistema do ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) à época. O órgão é resposnável por gerenciar os direitos autorais de execução pública das músicas.
Segundo informações divulgadas pela colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles, o ECAD não permitia colocar o nome de Dennis simultaneamente como intérprete e músico acompanhante, o que de fato aconteceu na música. Para conseguir terminar o registro e evitar que os rendimentos da música ficassem retidos, ele registrou o nome de uma pessoa próxima na categoria.
Ainda de acordo com a defesa de Dennis, o sistema já foi atualizado para permitir o registro simultâneo do DJ nas duas funções, e esses documentos estão em fase de ajuste.
Situação surge após polêmica com Tati Quebra Barraco
Há cerca de dez dias, Dennis DJ usou as redes sociais para se pronunciar acerca de uma grave acusação feita por Tati Quebra Barraco nas redes sociais. A artista declarou que o músico fatura em cima de composições feitas por ela. Segundo a funkeira, ela não recebe os devidos direitos.

"A música 'Barraco 2' é da minha autoria, sendo que eu não recebo até hoje. São dois DJs que recebem esse dinheiro. Um é o Dennis DJ. Beleza, já passou. Não recebo, vou correr atrás dos meus direitos", disparou ela.
A assessoria de Dennis se pronunciou e afirmou que 75% do valor gerado pela obra antes da regularização dos créditos foi repassado ao artista, totalizando R$ 1.203,75. A equipe informou ainda que ele solicitou formalmente à UBC a devolução integral do lucro diretamente para a conta da cantora.
“Essa questão de direitos autorais é uma questão muito séria. Quando eu entrei na música, eu tinha 16 anos de idade. Infelizmente, a Furacão 2000 não explicava nada para gente, eu entrei sem saber o que era direito autoral", disparou a equipe dele.
Por fim, o artista pediu desculpas pelo erro e procurou a Link Records, empresa de DJ Marlboro, para resolver a situação. A obra, por sua vez, está registrada em nome de Tati Quebra Barraco desde 2020, segundo mostra no site da UBC.
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