O cantor Ed Motta se envolveu em uma confusão generalizada dentro de um restaurante na região do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. O caso aconteceu no último sábado (2), e o artista se pronunciou na última quarta-feira (6) após a repercussão.

Ed estava no restaurante Grado com o empresário Diogo Coutinho do Couto e um primo de Diogo. Segundo relato dos sócios do estabelecimento, chef Nello Garaventa e Lara Atamian, à colunista Luciana Fróes, de O Globo, o trio proporcionou "episódios de extrema violência, agressões físicas, intimidação e condutas discriminatórias" contra funcionários e clientes.
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A confusão teria iniciado após a cortesia da taxa de rolha ser negada, e o grupo se indignar. "As agressões incluíram xingamentos, referências pejorativas à origem nordestina, além de insinuações sobre orientação sexual e vida privada", afirmou a empresária no relato.
A violência, de acordo com os sócios, evoluiu para a parte física, com Ed arremessando uma cadeira contra um garçom que estava de costas, objetos derrubados e clientes atingidos. Um deles teria levado um soco e, ao sair do local, teve uma garrafa de vinho arremessada em sua direção, causando um sangramento. Veja imagens exibidas pela câmera de segurança:
🚔 🔍 Polícia Civil investiga confusão envolvendo Ed Motta em restaurante no Rio de Janeiro (RJ); vídeos do circuito interno mostram o início da confusão com clientes e funcionários, além do momento em que o cantor joga uma cadeira. pic.twitter.com/7aeXMaFQto
— République (@republiqueBRA) May 7, 2026
Ed Motta se manifestou
Também em entrevista ao jornal O Globo, Ed Motta contou a própria versão do ocorrido, refutando algumas partes do que foi dito. Ele assumiu que deu início à briga, mas que não tentou agredir ninguém na situação.

“Aconteceu um problema, mas a história não está bem contada. Infelizmente, toda a confusão começou comigo. Fiquei irritado e me descontrolei. Eu estava bêbado e joguei uma cadeira no chão, mas não joguei uma cadeira em direção ao funcionário. Jamais. Não foi jogado nada em direção a ninguém. As câmeras de segurança podem provar isso.”
O artista ainda afirmou que já estava indo embora quando o caos se instaurou no local. Ele teria se irritado com a taxa de rolha sendo cobrada, mesmo ele sendo "cliente deles há muitos anos", e ainda afirmou que sentiu desdém dos garçons. “Um dos funcionários olhava para a mesa com cara de ironia e prazer por aquele estresse estar acontecendo. Me irritei com tudo aquilo, joguei a cadeira no chão e fui embora”, garantiu.
Acusado de xenofobia, Ed também acusou outros clientes de homofobia. “Depois que eu fui embora, eu fiquei sabendo que, quando a minha mesa foi pedir desculpas à mesa ao lado, esta mesa começou a ofender a minha, que inclusive tinha uma senhora, mãe de meu amigo, Nicolas, de São Paulo. Então, começou uma confusão entre eles. Foram as pessoas na mesa ao lado que ofenderam meus amigos, inclusive com ofensas homofóbicas, chamando meu amigo de ‘viado’, e xenofóbicas, mandando ele voltar para a Arábia.”
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