A apresentadora Fernanda Lima entrou na mira da Justiça após iniciar uma briga com a Prada Assessoria, empresa que teria sido contratada para serviços de gestão financeira e planejamento patrimonial em 2021.

O vínculo teria sido interrompido por Fernanda em 2025. Ela começou a ser cobrada por "serviços de offboarding" no valor de cerca de R$ 102 mil. A apresentadora, no entanto, passou a questionar os serviços da empresa e alegou que teve prejuízo em alguns investimentos realizados, segundo informações divulgadas por Fábia Oliveira, colunista do Metrópoles.
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A Prada se defendeu, afirmando que realizou todos os serviços dentro da regularidade e prestou as contas de maneira correta. Isso, no entanto, não flexibilizou a postura de Fernanda, que teria alegado também que a cobrança foi unilateral e indevida.
Diante disso, a assessoria entrou na Justiça, pedindo a citação da esposa de Rodrigo Hilbert, para que o pagamento de R$ 106 mil (valor atualizado) seja realizado em até três dias.
Fernanda se defendeu

Ainda segundo a colunista, Fernanda Lima já apresentou uma defesa como tentativa de provar que as cobranças foram indevidas. A identificação de irregularidades e falta de transparência nos investimentos levaram a apresentadora a romper o contrato com a empresa.
A Prada teria feito aplicações de risco exponencial, algo que não teria sido autorizado pela contratante. Essas ações teriam sido feitas de maneira negligente. Fernanda tenta convencer a Justiça que a cobrança foi indevida justamente pela rescisão contratual realizada por conta de relatórios confusos e ações não autorizadas.
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