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"A gente fez um beijão, com paixão. Fizemos uns dois takes só. O Villamarim não é muito de repetir. Nunca tínhamos trabalho juntas, mas, durante as gravações, conversamos muito e ficamos amigas. Essa empatia ajuda muito em cena. E sou a favor da igualdade de direitos, da luta LGBT. É um trabalho do bem. Tenho orgulho de ajudar a reduzir o preconceito", disse Letícia em entrevista à coluna de Bruno Astuto, na revista Época. "É uma personagem forte. Já fui mais crítica comigo. Neste caso, acho que fiz o melhor que pude", concluiu.
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