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Grace Gianoukas, de ‘Haja coração, relembra período no hospital

A atriz passou três meses no hospital para fazer o tratamento

Redação iBahia • 13/06/2016 às 9:10 • Atualizada em 28/08/2022 às 19:30 - há XX semanas

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Uma viagem para Índia quase custou a vida de Grace Gianoukas, a divertida Teodora de “Haja coração”. Ela havia feito um tratamento de canal antes de embarcar e contraiu uma bactéria que se alojou em seu coração. Foram três meses no hospital. Mesmo um episódio assustador, que aconteceu no fim dos anos 90, é lembrado de forma leve.
— Lá não tem saneamento e eu não sabia. Escovava o dente com água da pia (risos). Acabei pegando uma bactéria. Mas a vida sabe o que faz. Ter que ficar no hospital me ajudou a ter mais paciência, ficar mais calma — conta a atriz de 52 anos.
Casada com Aparício (Alexandre Borges) na trama, Teodora manda no marido. E sabe muito bem que ele só se casou por interesse. Grace não viveria tal situação.
— Para viver algo assim é melhor contratar um michê. Casamento é troca, companheirismo. Mas eu acho que existe algo meio sadomasoquista na relação deles. Ninguém fica 30 anos assim do nada — opina a atriz, que é casada há dez com o produtor Paulo Marcel.
Caçula de seis irmãos, Grace teve uma vida bem diferente da ricaça Teodora.
— Sempre dividimos as coisas. As roupas de um passavam para o outro. Eu adorava, porque gostava da roupa dos meus irmãos — recorda a intérprete, que preferiu não mimar seu filho, o estudante de veterinária Nikolas, como faz com Fedora:
— Sempre trabalhei muito. Fazia as lições de casa com ele pelo telefone. Hoje somos muito amigos. Eu dou bronca, e ele também (risos).
Criadora do projeto de humor “Terça Insana”, que revelou muitos talentos, Grace diz que essa é a sua forma de retribuir todas as vezes que alguém estendeu a mão para ela. A atriz cita o amigo, o dramaturgo Caio Fernando Abreu (morto em 96), que a chamou para morar com ele na juventude, em São Paulo:
— Ele me adotou. Não sei o que viu em mim. Ele me abriu o universo da literatura, foi um mestre. Às vezes, ele ficava triste. Foi com Caio que descobri o lexotan (risos).

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