Daniele Bezerra, irmã de Deolane Bezerra, apareceu nas redes sociais na manhã desta quinta-feira (21) para desabafar após a nova prisão da ex-A Fazenda. A influenciadora foi presa por suspeita de lavagem de dinheiro para o PCC, em operação da Polícia Civil em conjunto com o Ministério Público de São Paulo.

Em publicação no perfil do Instagram, Daniele afirmou que não existem provas para as acusações contra Deolane que justifiquem a prisão e citou uma "perseguição" contra a influenciadora.
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"Hoje, mais uma vez, tentam transformar suposições em verdades e manchetes em condenações. A prisão da Deolane Bezerra, sob alegações de participação em organização criminosa, nasce cercada de ilações, narrativas e perseguições que já se repetem há tempos. Acusar é fácil. Difícil é provar", escreveu.
"Não se pode admitir que a Justiça seja usada como espetáculo, nem que pessoas sejam tratadas como culpadas antes do devido processo legal. Prisão não pode ser instrumento de pressão, marketing ou vingança social", seguiu Daniele Bezerra.

Por fim, ela afirmou seguir acreditando na Justiça. "Quem conhece a história, a luta e a trajetória dela sabe que existe uma diferença enorme entre fatos e narrativas criadas para alimentar ataques. Seguiremos confiando na verdade, na Justiça e no direito de defesa, porque perseguição continua sendo perseguição, mesmo quando tentam dar a ela outro nome", encerrou.
Segunda prisão de Deolane Bezerra
De acordo com a operação, Deolane estaria envolvida com transações para Marcola, usando as próprias contas para mandar dinheiro para uma transportadora de cargas, que lavaria dinheiro para Marcola e os parentes dele. Essa é a segunda prisão de Deolane, que já foi presa em setembro de 2024, em operação contra prática de jogos ilegais e lavagem de dinheiro.
Deolane é acusada de usar fama e o alto poder aquisitivo para mascarar as transações com altos valores. Segundo a investigação, a influenciadora teria recebido R$ 1 milhão em depósitos fracionados abaixo de R$ 10 mil, em técnica conhecida por lavagem de dinheiro.
Também foi apontado quase 50 depósitos feitos para duas empresas de Deolane Bezerra, no valor total de R$ 716 mil. A Justiça pediu bloqueio de R$ 27 milhões em nome da famosa, o valor não teve origem comprovada e possui indicativos de lavagem de dinheiro.
A investigação aponta que imagens encontrada no celular de Ciro Cesar Lemos, que é apontado como a "cabeça" por trás do esquema, mostraram depósitos em contas de Deolane e Everton de Souza, que é considerado pela polícia como operador financeiro do PCC.
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