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Ludmilla enfrenta guerra judicial para registrar o próprio nome

Após ter pedidos negados pelo INPI devido a conflito com xará, cantora consegue parecer favorável da Procuradoria e aguarda desfecho de imbróglio

Naiana Ribeiro

Naiana Ribeiro

10/04/2026 às 9:56 - há XX semanas
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A cantora Ludmilla decidiu travar uma batalha decisiva nos tribunais para garantir o controle total sobre sua identidade comercial. A artista ingressou com uma ação judicial em agosto de 2025 para tentar reverter uma série de derrotas que vinha sofrendo junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual, o INPI, segundo informações apuradas pela coluna de Fábia Oliveira, do Metrópoles.


					Ludmilla enfrenta guerra judicial para registrar o próprio nome
Foto: Reprodução / Redes sociais

O imbróglio jurídico coloca a funkeira frente a frente com o órgão federal e com a cantora e atriz Ludmilla Anjos de Souza, proprietária de registros que impediram a estrela fluminense de oficializar sua marca anteriormente.

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A disputa teve origem ainda em 2015, quando Ludmilla tentou registrar as marcas “Ludmilla” e “MC Ludmilla”. Na ocasião, o INPI indeferiu os pedidos alegando que os nomes gerariam conflito com as marcas “La Ludmillah” e “Ludmillah Anjos”, pertencentes à sua xará.

Na nova investida judicial, a defesa da esposa de Brunna Gonçalves argumenta que a decisão do Instituto foi equivocada. A equipe jurídica sustenta que não há qualquer risco de confusão entre as duas artistas, uma vez que elas possuem projeções, identidades artísticas e públicos-alvo completamente distintos.

Um dos pontos centrais do argumento da cantora é a disparidade de alcance entre as marcas. Ludmilla afirma que seu nome goza de fama e reconhecimento em nível nacional e internacional, enquanto a atuação de Ludmilla Anjos seria regionalizada, sem o mesmo impacto público.


					Ludmilla enfrenta guerra judicial para registrar o próprio nome
Foto: Reprodução / Redes sociais

Para a defesa, não é razoável supor que um fã consumiria os conteúdos da atriz por engano ou associação indevida. Diante disso, a artista pede a anulação dos atos que negaram seus registros e solicita que o INPI reanalise o caso para autorizar a propriedade dos nomes.

O processo trouxe uma reviravolta recente que favorece a funkeira. A coluna descobriu que a Procuradoria-Geral Federal, representando o INPI, já se manifestou nos autos e indicou que a pretensão de Ludmilla deve ser acolhida.

Em uma petição protocolada no dia 12 de janeiro, o órgão reconheceu que o pedido da famosa merece ser atendido. Apesar do parecer positivo, o caso ainda aguarda uma conclusão definitiva, pois a Justiça ainda não conseguiu localizar Ludmilla Anjos para que ela apresente sua versão e se pronuncie sobre a demanda.

Assista ao 'De Hoje a Oito', podcast de entretenimento do Ibahia:

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