As brigas judiciais envolvendo a cantora Ludmilla e o apresentador Marcão do Povo ganharam um novo desdobramento. Desta vez, a artista se deu melhor, visto que o comunicador teve um pedido negado pela Justiça, após processar a algoz.

Em dezembro de 2025, Marcão fez uma queixa-crime contra Ludmilla, exigindo que ela retirasse das redes sociais um vídeo em que acusa o apresentador de cometer um ato racista contra ela. A solicitação foi negada pela Justiça.
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Após a recusa, Marcão entrou com um novo recurso, com o objetivo de reverter a decisão ao seu favor através de uma liminar recursal, que teria o poder de retirar o vídeo imediatamente do ar, pelo menos de maneira provisória, até o julgamento efetivo do recurso. Este seria uma forma de garantir que o conteúdo saísse do ar o mais rápido possível.
Segundo a colunista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, o juiz responsável pelo caso negou o recurso de Marcão, em decisão consumada na última quarta-feira (25). A Justiça entendeu que a causa é complexa e que Marcão não terá danos efetivos caso o vídeo permaneça no ar até o julgamento.
Apesar da derrota, o apresentador ainda pode conseguir a melhor no caso quando o recurso for efetivamente julgado.
Relembre o caso
Em janeiro de 2017, Marcão do Povo, então apresentador do "Balanço Geral DF" da Record, fez críticas a Ludmilla em uma edição do quadro "Hora da Venenosa", sobre fofocas de famosos. Durante a repercussão de um suposto incômodo da cantora para tirar fotos com fãs, ele usou o termo “pobre macaca” para se referir a ela. "É uma coisa que não dá pra entender. Era pobre macaca, pobre", declarou o jornalista na época.

A Record repudiou as falas e demitiu o apresentador. No mês seguinte, Marcão foi contratado pelo SBT, onde apresenta o "Primeiro Impacto" até hoje. Na época, Ludmilla já havia criticado a emissora pela contratação do jornalista.
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