Pablo é acusado de calote de R$ 455 mil e se explica após cancelar shows nos EUA
Equipe de Pablo culpa vistos negados por cancelamento de shows em Boston e Newark; produtor rebate e diz ter documentos que provam o contrário
O cantor Pablo do Arrocha foi acusado de calote por uma produtora americana depois que dois shows previstos nos Estados Unidos (EUA) foram cancelados. A Turnê EUA 2026 havia sido anunciada como uma parceria do artista com o cantor Eduardo Costa e, em uma das datas, os ingressos de um dos setores já estavam esgotados.

Com a repercussão do caso, a equipe de Pablo usou o Instagram, na quarta-feira (30), para dar a sua versão sobre a suspensão das apresentações. Segundo o texto publicado, a viagem estava marcada para o mesmo dia, às 12h, mas houve problemas durante o processo de imigração.
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"A equipe do artista estava com viagem programada para esta quarta-feira (30), às 12h. No entanto, durante o processo de imigração, profissionais fundamentais para a realização dos shows tiveram seus vistos negados, enquanto os passaportes de outros integrantes da equipe somente foram disponibilizados hoje", dizia o comunicado.
Leia o comunicado completo:
"A M&P Produções, escritório responsável pela gestão da carreira do artista Pablo, informa o cancelamento das apresentações que aconteceriam nos dias 2 de outubro, em Boston, e 3 de outubro, em Newark, nos Estados Unidos.
A equipe do artista estava com viagem programada para esta quarta-feira (30), às 12h. No entanto, durante o processo de imigração, profissionais fundamentais para a realização dos shows tiveram seus vistos negados, enquanto os passaportes de outros integrantes da equipe somente foram disponibilizados hoje.
É importante esclarecer que a impossibilidade de realização das apresentações decorre de circunstâncias supervenientes e alheias à vontade do artista e de sua equipe, relacionadas exclusivamente ao processo migratório, não decorrendo de qualquer decisão unilateral ou conduta atribuível ao artista e sua equipe.
Pablo e toda a equipe lamentam profundamente o cancelamento dos shows e agradecem a compreensão, o carinho e o respeito do público diante da situação".

Entenda o caso

A produtora norte-americana Schuina Productions afirmou que levou um calote de Pablo. Em vídeo publicado nas redes, o empresário Adilson Alves Schuina disse que todas as despesas do artista já estavam quitadas, mas que foi informado de que ele não embarcaria.
De acordo com o contratante, "simplesmente o Mário Paim, que é um empresário do Pablo, falou que não ia embarcar".
Adilson Alves Schuina também criticou a proposta feita pela equipe do cantor após o cancelamento. “Simplesmente isso. E veio propor para mim trocar um show com ele no Brasil de prefeitura. Isso que ele tá fazendo, isso é um desacato”, disparou.
Na gravação, o empresário declarou que já havia pago metade do cachê e que o investimento ultrapassou 88 mil dólares (aproximadamente R$ 455 mil). Segundo ele, o valor foi gasto com petição, passagem executiva de Pablo, passagem executiva da mulher do cantor e passagem executiva de Mário Paim. "E simplesmente ele não quis embarcar para fazer a turnê", pontuou.
Em seguida, o dono da produtora disse ter provas e documentos de que não havia irregularidade na viagem. "Tenho as petições aprovadas, eu tenho os passaportes com os visto, eu tenho os print do consulado que foi retirado os passaporte, tudo certinho. Simplesmente o cantor Pablo e o empresário Mário Paim me dando um cano", detonou.
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