O Sindicato dos Artistas do Rio de Janeiro vai levar até o Ministério Público do Trabalho (MPT), denúncias de supostas violações em gravações realizadas na Record, além de condições precárias de trabalho.
Em conversa com a colunista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, o presidente do sindicato o ator, Hugo Gross expôs que recebeu diversos relatos de supostos maus-tratos e possíveis irregularidades trabalhistas e previdenciárias.
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A denúncia é contra a Record, a Casa Blanca e a produtora Siriella. O caso vai ser encaminhado formalmente ao MPT.
“O Sated-RJ tem recebido várias denúncias dos prestadores de serviços da Record sobre: maus-tratos dos gestores Fábio e Bruno em gravações, como grosserias, xingamentos; refeitório insalubre, onde pombos se misturam com comida; atores sem registros; figuração atuando como dublê (se lesionando sem acompanhamento médico); retenção dolosa da contribuição previdenciária dos figurantes sem repasse para o INSS”, disparou à colunista.
Ele também relatou a contratação de pessoas sem as devidas qualificações para ocupar determinadas funções. “Dublês sem registros (sem o DRT), deve ser alguma empresa prestadora. Ontem teve uma gravação onde foram usados vários figurantes sem preparo, sem registro profissional. Me foi informado que eram fiéis de igreja atuando como profissionais”, continuou.
Por fim, Hugo Gross ainda dividiu: “Alimentação racionada no SET, constante alterações nas rotinas de gravação sem aviso prévio estabelecido em convenção coletiva. Não levando o artista em casa na madrugada após gravações. É inadmissível maus-tratos de produtores com figurantes nessa atual conjuntura".
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