No palco, Ludmilla costuma assumir sua versão femme fatale, gosta de fendas, decotes e recortes. Na vida real, há dias acorda pensando naquele bom pijama, bem confortável, ou numa roupa bem esportiva. Nome forte da indústria pop nacional, a cantora aprendeu que a moda é uma grande aliada no mundo do showbiz. Contratou um stylist, Rodrigo Polack, para ajudá-la na construção de seu visual, já foi vista usando Versace (marca adorada por celebridades — pense em Lady Gaga, Madonna e Jennifer Lopez) e Christian Louboutin.
— Rodrigo me mostrou muita coisa e passei a curtir isso. Foi ele, aliás, quem me apresentou aos saltos Louboutin. Hoje, acabo investindo mais em sapatos, bolsas e peças que podem tornar meu look divertido — comenta Ludmilla, que regravou o clipe de "Cheguei" para uma parceria entre as marcas Melissa e Rider. — Nessa versão, mudamos um pouco a batida da música, ficou com um swing diferente. É um dos grandes hits da minha carreira, o público sempre pede nos shows. Espero que a galera goste.
Da moda, o papo evoluiu para representatividade. Assim como Rihanna é um exemplo para Ludmilla, a cantora é um exemplo para milhares de meninas brasileiras: — Como várias garotas negras, cresci achando que meu cabelo não era bom, não era bonito. Foi um aprendizado. As coisas estão mudando, as crianças agora têm outros cabelos afro para se inspirarem e isso é lindo! Fiz algumas plásticas, mas não quis perder meus traços negros. Isso faz parte de mim e da minha história.
Com essa correria — ela passa três semanas em Portugal, em turnê - sobra muito pouco espaço para a vida pessoal. — Acabo nem tendo tempo para pensar em namoro. E namoro precisa de dedicação, tempo!
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Redação iBahia
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