A influenciadora digital Virginia Fonseca, de 27 anos, compartilhar um novo desafio em sua saúde. Através do Instagram, a empresária revelou nesta semana ter sido diagnosticada com uma condição autoimune e detalhou a situação para seus milhões de seguidores.

Em uma série de vídeos publicados nos stories, a namorada de Vini Jr. confirmou que está enfrentando a alopecia areata, uma doença inflamatória que causa a queda repentina de cabelo, resultando em falhas visíveis no couro cabeludo.
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Esta não é a primeira vez que a influenciadora lida com o problema. Segundo Virginia, esta é a terceira vez que ela nota as falhas. "Apareceu uma alopecia em mim, gente, de novo… Na época da minha base surgiram três, tratei e ficou tudo certo. Agora, com essa, vou tratar e vai dar tudo certo também, se Deus quiser”, desabafou.
Acompanhada pelo seu médico, a influenciadora aproveitou o espaço para educar o público sobre a condição. O profissional destacou que, embora existam diversos gatilhos, o fator emocional costuma ser um protagonista.
“É importante que as pessoas saibam que a alopecia areata, que antigamente era chamada de 'pelada', precisa ter as causas investigadas. Um dos principais fatores envolvidos, muitas vezes, é o estresse", explicou o médico.
Apesar de Virginia manter uma rotina que tenta equilibrar trabalho e família, picos eventuais de estresse podem ter desencadeado o quadro. Sobre a recuperação, o especialista trouxe detalhes técnicos. “Existem tratamentos que ajudam a reduzir a ação dos anticorpos que atacam os folículos capilares, permitindo que o cabelo volte a crescer. Um ponto interessante, e relativamente comum, é que o cabelo pode nascer inicialmente branco antes de recuperar a coloração natural”, continuou o profissional.
O caso atual da influenciadora se manifestou como uma pequena placa, algo que, segundo o médico, pode ser identificado até mesmo durante uma ida ao cabeleireiro.
Entenda a alopecia areata
A alopecia areata ocorre quando o sistema imunológico ataca por engano os folículos pilosos, gerando inflamação e a interrupção do crescimento dos fios. A perda de cabelo pode ocorrer em áreas pequenas e circulares ou, em casos mais graves, evoluir para a perda total dos fios no corpo (alopecia universal).
De acordo com especialistas e órgãos de saúde, o desenvolvimento da doença está ligado a:
- predisposição genética;
- influências ambientais;
- estresse emocional.
As diretrizes da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) reforçam que o tratamento deve ir além dos medicamentos tópicos ou injetáveis, focando também no bem-estar psicológico do paciente. A queda de cabelo afeta severamente a autoestima e pode ser porta de entrada para a ansiedade e depressão.
Um documento da entidade destaca a importância de uma abordagem humanizada. "Uma boa consulta deve oferecer acolhimento psicológico e discussão de aspectos emocionais do paciente e dos cuidadores nos casos pediátricos. O impacto psicológico e social dos cabelos vai além de seu significado biológico", afirma a SBD.
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