O ator Lázaro Ramos está em preparação para se ver como vilão pela primeira vez em uma novela da TV Globo, como o primeiro-ministro Jendal do reino fictício africano de Batanga na trama "A Nobreza do Amor", que estreia em 16 de março.

Na nova trama das seis, o baiano estará na pele de um tirano que dá um golpe no reino com ajuda dos ingleses e acaba assumindo o trono de Batanga. Uma das primeiras ordens é a morte da família real, que só é revertida após Alika (Duda Santos) aceitar se casar com ele.
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Em coletiva de imprensa da qual o Ibahia participou, nesta quinta-feira (5), Lázaro Ramos afirmou que nunca desejou fazer um vilão, mas que se apaixonou pelo personagem por conta da história rica em cultura africana e na construção da ancestralidade.
"Fazer vilão nunca foi um sonho na minha vida, meu sonho era ser herói, fazer herói, então não planejava isso. Quando me chamaram pra reunião eu gostei e disse que queria fazer, por conta da história", iniciou o ator.

Lázaro Ramos exalta africanidade em "A Nobreza do Amor"
"Essa novela ela traz vários perfis, tá sendo uma alegria imensa fazer esse vilão tão bem escrito, tá sendo uma descoberta de prazer em falar tantas coisas absurdas e maldades [risos]. Cada chamada eu fico mais encantado e é muito bom fazer parte desse momento de criar um imaginário com esse reino, essa princesa e a ligação com o Rio Grande do Norte", completou o famoso.
Por fim, Lázaro Ramos exaltou a representatividade africana em "A Nobreza do Amor". "A gente não tá apenas fazendo algo experimental, a gente tá se inspirando, levando uma chuva de beleza, de modo de vida, gestual e regras hierárquicas que tem no continente africano", encerrou.
Assista ao 'De Hoje a Oito', podcast de entretenimento do Ibahia:
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