Com o "BBB 26" no Modo Turbo e o Top 4 batendo à porta, o clima de decisão tomou conta da casa e das redes sociais. O 17º Paredão coloca em xeque a trajetória de Juliano Floss, que enfrenta as gigantes Ana Paula Renault e Jordana Morais em uma disputa que pode definir os rumos da grande final. Após a saída de Gabriela Saporito e a vitória de Leandro Rocha (Boneco) na Prova do Líder, o jogo afunilou de vez, deixando pouco espaço para quem não construiu um enredo independente.

A grande crítica que recai sobre o influenciador nesta reta final é a sua total falta de autonomia. Se o namorado de Marina Sena encantou parte do público pela fofura, pelas dancinhas (e memes) e pelo carisma, hoje ele é visto por boa parte do público como um coadjuvante de luxo. Ao se tornar o principal aliado - e muitas vezes o "escudeiro silencioso" - de Ana Paula, Floss abriu mão de sua própria narrativa para orbitar o furacão Renault, o que levanta o questionamento: ele joga por si ou apenas para manter a engrenagem de outra pessoa funcionando?
Leia também:
Eliminar Juliano agora, a menos de uma semana da final, parece ser o movimento necessário para quem deseja ver um embate de titãs no Top 4. Com Jordana e Ana Paula demonstrando personalidades explosivas e convicções fortes, a permanência de um jogador que se "apagou" estrategicamente pode esfriar a dinâmica do programa. É o momento de separar quem protagonizou a edição de quem assistiu aos maiores conflitos da edição de camarote.
Confira 5 motivos para Juliano Floss ser eliminado no 17º Paredão:
1 - "Sombra" de Ana Paula Renault

Diferente de Jordana, que manteve embates diretos e opiniões próprias mesmo sob pressão, Juliano aceitou o papel de satélite. Ao fechar com Ana Paula, ele parou de propor jogo e passou apenas a validar as estratégias da aliada. Embora a relação de "mãe e filho" entre os dois agrade uma parcela dos telespectadores pelo lado afetivo, para o público que busca estratégia, manter um jogador que não caminha com as próprias pernas nesta altura do campeonato é prejudicar o entretenimento. A permanência do namorado de Marina Sena neste ponto é apostar no marasmo a menos de uma semana para a grande final.

2 - Falta de embates diretos

Enquanto suas oponentes no Paredão colecionam momentos marcantes no "Sincerão" e discussões calorosas que movimentaram a casa, Juliano adotou uma postura excessivamente passiva. Em um reality show de convivência e conflito, a omissão é frequentemente punida como falta de entrega ao formato.
3 - Jogo de conveniência vs. lealdade
Muitos telespectadores interpretam a aliança de Juliano com Ana Paula mais como uma "escora" estratégica do que como uma amizade orgânica. A percepção é de que ele escolheu o lado mais forte da casa para se proteger dos votos, evitando o risco de se posicionar de verdade contra outros jogadores influentes.
4 - Rótulo de "planta" e trajetória das adversárias

Com o programa definindo seu Top 4, o público precisa priorizar quem "sangrou" mais pelo jogo. Ana Paula e Jordana foram protagonistas de enredos centrais da edição, enquanto Juliano, apesar das duas lideranças conquistadas, foi considerado "planta" (participante passivo) por grande parte dos telespectadores.
O namorado de Marina Sena não conseguiu transformar o poder em protagonismo narrativo e, por isso, é visto como uma peça que pouco altera o clima da casa se for removida, tornando-se o elo mais frágil desta disputa.
Além disso, o Paredão é, acima de tudo, uma comparação. Enfrentar Jordana, que demonstra um crescimento nítido em personalidade, e Ana Paula, que é o centro gravitacional da edição, coloca Juliano em uma posição de clara desvantagem competitiva. Entre a convicção forte das sisters e a hesitação do dançarino, o público deveria optar por quem se jogou sem medo de cancelamento.
5 - Desdobramentos das acusações de Vivi Wanderley, ex-namorada dele

Para completar, Juliano enfrenta o desgaste de graves acusações feitas por sua ex-namorada, Vivi Wanderley, e grande parte do público está ansiosa para ver os desdobramentos dessa polêmica fora da casa. Em março, a influenciadora relatou ter vivido um relacionamento abusivo com o dançarino, o que gerou forte repercussão nas redes sociais e levantou questionamentos sobre o comportamento do brother.
"Fiquei dois anos em silêncio porque eu não tinha forças, estava quebrada emocionalmente [...] toda vez que eu tentava me pronunciar, meu corpo travava de tão traumatizado", desabafou Vivi, classificando a experiência como o "maior trauma" de sua vida.

Segundo a cantora, o comportamento de Juliano incluía controle excessivo e fragilidade de ego: "Eu nunca podia, por exemplo, usar salto alto, porque eu ficava maior que ele, e isso afetava o ego dele. Qualquer aparição minha que pudesse chamar mais atenção era uma disputa". Ela revelou ainda o uso do "castigo do silêncio" como forma de manipulação, além de afirmar que Juliano costumava criticar a aparência de outras pessoas - citando, inclusive, sua atual namorada, Marina Sena, como um dos antigos alvos.
A equipe de Juliano se pronunciou oficialmente, destacando que o jovem está confinado e impossibilitado de responder. Em nota, os representantes afirmaram que a conduta de Juliano no reality, onde demonstra uma "postura respeitosa, especialmente com as mulheres", fala por si só.
Assista ao 'De Hoje a Oito', podcast de entretenimento do Ibahia:
Participe do canal
no Whatsapp e receba notícias em primeira mão!


