Jordana Morais e Marciele Albuquerque não vão ter problemas de criar o famoso "fogo amigo" no próximo Paredão do "BBB 26". As duas planejam puxar uma à outra para a berlinda em um possível contragolpe. Essa não seria a primeira vez que algo dessa natureza aconteceria no programa.

As duas aliadas tiveram a ideia de colocar a outra no Paredão como uma forma de unir forças, caso sejam indicadas. Elas acreditam que a estratégia kamikaze pode funcionar para as duas voltarem do Paredão contra a terceira pessoa indicada. No "BBB 10", a vice-campeã Fernanda consolidou a ideia de colocar um amigo na berlinda.
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O contexto era um pouco diferente. A cirurgiã-dentista foi a Líder da semana do Top 5 do programa. Só com o maquiador Dicesar como aliado, ela tinha a possibilidade de escolher quem ele iria enfrentar na berlinda, visto que, do outro lado, estava o trio de aliados Marcelo Dourado, Lia e Cadu. A berlinda em questão seria apenas dupla.
Diante disso, Fernanda indicou o próprio Dicesar ao Paredão, obrigando os três aliados a se votarem. Dourado, campeão da edição, foi votado pelos dois aliados e por Dicesar, enquanto ele votou em Lia. A estratégia de Fernanda, no fim das contas, não deu certo, visto que Dicesar foi eliminado, mas a jogada ficou marcada na história do programa. Relembre este momento:

Entenda estratégia de Jordana e Marciele
A cunhã trouxe o assunto à tona na última quinta-feira (26), reforçando que a dupla está comprometida com a ideia. A confirmação veio logo em seguida por Jordana: "Eu achei incrível. Eu só disse: ‘Amiga, tu tem coragem?’". Embora o plano ainda esteja em fase de maturação, a intenção é clara: unir forças contra o grupo encabeçado por Ana Paula Renault, nova líder.

"Se for um ‘puxa’, a gente se puxa. Ir as duas [para o Paredão] e tentar somar força. Por exemplo, se você for indicar a Ana Paula, uma de nós pra tirar, juntando outro deles, não vai tirar. É uma questão de estratégia", detalhou a advogada. Enquanto desenhavam o cenário, Marciele aconselhou Cowboy a não desviar o radar de seus desafetos atuais - isso porque a segunda etapa da Prova do Líder ainda não tinha acontecido: "Mas eu acho que tu tem que continuar indicando o Juliano".
Apesar do entusiasmo das aliadas, Cowboy demonstrou cautela. Para ele, a manobra pode soar prepotente para quem assiste de fora. "Eu acho que o público pode ver isso como uma afronta, tipo: ‘Ah, essas meninas não estão preocupadas em sair’", ponderou o brother.
As participantes refutaram a análise de Alberto Cowboy, garantindo que o movimento nasce da necessidade e não da soberba. "Tem nada a ver, porque o nosso raciocínio não é esse", rebateu Jordana. Marciele finalizou definindo o sentimento por trás da jogada: "Isso é desespero, na verdade".
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