O caso que paralisou o Brasil em 2002 volta a ser o centro das atenções com novas revelações perturbadoras. Um documentário inédito sobre Suzane von Richthofen, exibido de forma restrita para um grupo seleto de assinantes da Netflix, trouxe à tona uma face que muitos consideram estarrecedora: a sua capacidade de rir ao relembrar o passado.

Um dos momentos mais comentados da produção não está ligado diretamente à execução do crime brutal que marcou o país há 24 anos, mas à forma como ela relembra o passado. Em uma das cenas, a condenada aparece gargalhando ao revisitar episódios que antecederam o assassinato dos pais, Manfred e Marísia von Richthofen, em 2002, e momentos vividos após sua prisão.
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Em imagens que viralizaram nas redes sociais nesta segunda-feira (6), Suzane aparece rindo em diferentes momentos do depoimento. Em um dos trechos que mais chamaram atenção, ela chega a gargalhar ao contar que quis comer no McDonald’s pela primeira vez depois de ser presa, e que o pedido teria sido feito dentro do gabinete do promotor. A reação contrasta com a gravidade da história que envolve seu nome.

Durante o relato, Suzane abre um sorriso largo, joga a cabeça para trás e ri ao relembrar a situação inusitada, o que gerou forte repercussão entre o público. O documentário revisita o caso ocorrido em 2002, quando Manfred e Marísia von Richthofen foram assassinados. Suzane foi condenada como mandante do crime, executado por Daniel Cravinhos, seu então namorado, e pelo irmão dele, Cristian.
Ao longo da produção, ela também fala da relação com os pais, descrita como fria e distante, além do envolvimento com Daniel, apontado como um divisor de águas em sua vida. Em outros momentos, Suzane detalha conflitos familiares, a rotina dupla que levava e o contexto que, segundo sua versão, antecedeu o crime.

Apesar do teor denso do documentário, são justamente as cenas em que Suzane ri - especialmente ao relatar episódios após a prisão, como o desejo de comer fast food - que mais têm repercutido e dividido opiniões nas redes sociais.
Ainda sem data oficial de estreia, a produção, intitulada provisoriamente de "Suzane vai falar", também mostra aspectos da vida atual da condenada, incluindo sua rotina fora da prisão e o relacionamento com o médico Felipe Zecchini Muniz.

"O crime compensou?": web reage a cenas
A repercussão na web foi imediata e ácida. "Ela é uma psicopata com laudo e tudo, esse é o motivo. Em um país sério, o ex-namorado, ex-cunhado e ela estariam em prisão perpétua pela barbárie que cometeram contra os pais dela.🤡", afirmou um internauta no Instagram.
"Acho que as pessoas só sao dão palco pq ela é bonita. Não tem lógica essa fama toda para uma assasina. Pagou pelo crime com as leis frouxas do nosso país, tem o direito de recomeçar, mas jamais de ser o que está sendo hoje. Ridículo, inclusive acabei de me sentir mal escrevendo esse comentário, pois de certa forma estou dando mídia para ela. 😢", desabafou outro.
"A mesma galera que tá inconformada (com razão) pela fama dela, é a mesma galera que vai assistir, vai engajar, vai compartilhar cada notícia dela e falar que não devemos dar palco pra ela. Esse doc vai explodir de sucesso, infelizmente", analisou um terceiro.
"Um assassina da risada da cara do povo que ela quis dizer que ela pode matar poucos dias tá solta quem morreu foi os pais dela e o irmão tá morto vivo", criticou um usuário. "Triste isso, a mulher está rindo a toa... Herdeira, casada com médico, tem um filho... Enfim aqui parece que o crime compensou", lamentou mais um.
"Rindo da justiça, rindo da fama, rindo do dinheiro que ganha há anos sendo uma assassina famosa e lucrativa. Se fazem filmes, séries, é porque rende audiência e audiência, dá dinheiro", concluiu outro perfil.
Assista ao 'De Hoje a Oito', podcast de entretenimento do Ibahia:
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