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Monumento do século XVIII, em Salvador, será “âncora cultural” do Pelourinho

A partir de outubro deste ano (2008), o Solar Ferrão, que teve construção iniciada entre o final do século XVII e início do XVIII, tombado como patrimônio brasileiro pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), será reaberto pelo Governo da Bahia, para se tornar o maior centro cultural do Pelourinho, em Salvador. A iniciativa é da Secretaria de Cultura do Estado (Secult), através do IPAC (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia), autarquia proprietária e gestora do imóvel. O edifício tem seis andares e foi construído em um grande declive que vai da Praça da Sé até a Avenida José Joaquim Seabra, antiga Rua da Vala, mais conhecida, local e nacionalmente, como Baixa dos Sapateiros. A intenção é que o solar funcione como a principal “âncora cultural” do Pelourinho, na poligonal do Centro Histórico de Salvador (CHS), […]


10/09/2008 às 14h31

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A partir de outubro deste ano (2008), o Solar Ferrão, que teve construção iniciada entre o final do século XVII e início do XVIII, tombado como patrimônio brasileiro pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), será reaberto pelo Governo da Bahia, para se tornar o maior centro cultural do Pelourinho, em Salvador.

A iniciativa é da Secretaria de Cultura do Estado (Secult), através do IPAC (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia), autarquia proprietária e gestora do imóvel.

O edifício tem seis andares e foi construído em um grande declive que vai da Praça da Sé até a Avenida José Joaquim Seabra, antiga Rua da Vala, mais conhecida, local e nacionalmente, como Baixa dos Sapateiros.

A intenção é que o solar funcione como a principal “âncora cultural” do Pelourinho, na poligonal do Centro Histórico de Salvador (CHS), área delimitada pelo tombamento federal do IPHAN e que reúne cerca de 10 bairros da capital baiana.