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Após fracasso com Brasileirinho, Daiane lança sambão eletrônico

Ginasta não chega como favorita aos Jogos de Londres, mas tem fé em bom resultado e sonha com medalha olímpica

• 26/07/2012 às 10:04 • Atualizada em 02/09/2022 às 19:25 - há XX semanas

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Sem favoritismo, Daiane vai em busca de 1ª medalha
Para espantar o fantasma do Brasileirinho e as frustrações das duas últimas Olimpíadas, a ginasta Daiane dos Santos resolveu trocar o chorinho por um "sambão eletrônico" para tentar chegar à final do solo, domingo. Os novos movimentos foram desenhados há pouco mais de um mês, com base em mixagem feita pelo colega do Clube Pinheiros, o também ginasta Felipe Polato. Apesar do pouco tempo de treino, o novo ritmo já está bem ensaiado, explica a atleta, em entrevista ao jornal Correio*, na zona internacional da Vila Olímpica. "Além do esporte, o Felipe gosta dessas coisas de DJ e acho que ficou bem legal. A música me ajuda muito na coreografia, marca bem (os movimentos) e me deixa muito à vontade", disse Daiane. "Primeiro fiz uma versão bem complexa, mas a Margarida Vatkina (coreógrafa) limpou a série para ficar mais fácil e diminuir o risco de erro", explica a campeã mundial no solo em 2003, que não quer voltar a cair, como ocorreu em Atenas 2004 (terminou em 5º), ou pisar fora do tablado, como em Pequim 2008 – foi 6º. "As pessoas ainda me perguntam por Brasileirinho. Aff...", comentou, antes de passar a mão na testa em sinal de que está cansada da pergunta sobre a série que marcou o esporte brasileiro. Daiane pensava em deixar as competições após Pequim, mas resistiu apesar de cirurgias nos dois joelhos e do afastamento por doping. Agora aspira a chegar à final do solo no que será definitivamente a sua despedida dos tablados. "Na final zera tudo e todas têm chance", acredita. Quem também fez mudanças na sua apresentação foi Daniele Hypólito, mas sem mexer na música. "Mudamos as passadas e por isso resolvemos não trocar a música. Seria muito arriscado", analisou. A seleção feminina de ginástica olímpica conta ainda com Adrian Gomes, Bruna Leal e Ethiene Franco. Foram cortadas Laís de Souza, por lesão, e Jade Barbosa, por problemas com a confederação. Mais cabeça - No masculino, Diego Hypólito ainda sonha com medalha e busca superar a falta de ritmo depois da cirurgia no joelho, realizada há quatro meses. "Só tem um mês que estou treinando, o ciclo é muito difícil porque só operei. Foi importante chegar aqui, agora é tentar chegar à final. Passei a pensar em um passo de cada vez", disse, em entrevista ao Correio*, na zona mista da Vila Olímpica. Acostumado com as lesões – "nem me lembro quantas" –, o bicampeão mundial no solo já passou por cinco cirurgias. Mas assegura que o sofrimento o deixou mais tranquilo para superar o trauma de ter caído na apresentação em Pequim, quando era favoritíssimo. "Estou entrando mais amparado desta vez. Antes, sentia que tinha que ganhar e agora não me cobro mais. Vai ser o que for", explicou Diego, que há dois anos tem acompanhamento psicológico. "No início pensava muito na queda, mas tenho 10% de chance de cair, porque em 90% das competições isso não acontece". "O nervosismo atrapalha porque o atleta acelera os movimentos e se cansa mais, aumentando o risco de falhas. Mas ele cresceu muito, agora tem mais cabeça", completa o técnico Renato Araújo. Na quarta, a seleção masculina fez o treino de pódio (ensaio geral). Diego sentiu dores nos pés, mas comemorou: "fiz minha melhor série do ano". O Brasil ainda é representado por Sérgio Sasaki e Arthur Zanetti. Os três competem sábado, no classificatório. Zanetti é favorito a pódio nas argolas. Após o fracasso com Brasileirinho, Daiane lança um sambão eletrônico

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