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Defesa do Vitória precisa segurar a onda contra São Paulo

Números apontam que não levar gol no 1º tempo será de grande ajuda neste domingo contra a equipe paulista

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Redação iBahia

25/09/2016 às 9:04 • Atualizada em 31/08/2022 às 18:43 - há XX semanas
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Nem é preciso jogar os búzios ou tarô para decifrar o caminho do triunfo do Vitória diante do São Paulo, neste domingo (25), às 16h, no Barradão. Não levar gol nos primeiros 45 minutos é meio caminho andado para o Leão conseguir um triunfo no Manoel Barradas, algo que não acontece desde o dia 29 de junho, contra o Sport. Em 13 jogos como mandante na Série A, 10 foram no Barradão. Nestes, em apenas três o Vitória não levou gol durante o primeiro tempo: no empate sem gols com o Fluminense, no triunfo diante do Inter por 1x0 e na derrota para a Chapecoense por 2x1. Ao todo, foram 15 gols sofridos no Barradão, sendo nove no primeiro tempo - 60% das comemorações dos visitantes. Curiosamente, o Vitória só costuma levar um gol nos primeiros 45 minutos na sua casa oficial. Nos dois jogos na Fonte Nova e um no Joia da Princesa, o Leão levou três gols e apenas um foi antes do intervalo. Com um detalhe: o Leão ainda não perdeu quando é mandante em outros estádios baianos. São justamente estes dados que estão incomodando o técnico Argel Fucks. Duplamente. Nos dois jogos em que Argel esteve presente no Barradão, também levou gol ainda no primeiro tempo. Contra o Botafogo, comandando o Leão, levou gol aos 45 minutos da etapa inicial. Quando treinava o Internacional, levou um gol do Vitória com 4 minutos de jogo. No duelo deste domingo (25) contra o São Paulo, Fucks espera escrever outra história.

					Defesa do Vitória precisa segurar a onda contra São Paulo

Argel Fucks quer o Vitória ligado desde o começo do jogo (Foto: Arrison Marinho)

“Tabu, essas coisas, se acaba quando o juiz apita. Fazia muito tempo que o Vitória não ganhava fora, e na estreia ganhamos do Inter, confronto direto. Precisamos repetir aquele nível de atuação contra o Botafogo, criar o mesmo número de chances e concluir. Não podemos nos dar o luxo de bater bola na trave, perder pênalti. Jogo importante contra o São Paulo, um adversário de qualidade, que joga e deixa jogar. Assistimos ao jogo contra o Juventude”, assegura Argel. Com 29 pontos, o Vitória só se garante fora da zona de rebaixamento por mais uma rodada se vencer. Com empate ou derrota, terá que secar Figueirense e Internacional. Argel assegura que colocou uma disciplina mais rígida no elenco para que a concentração fique mais apurada durante os jogos. Porém, ele não concorda com a fama de ser um técnico durão. “Não entendo o linha dura. Cobro o que tem que ser cobrado. Dou liberdade e cobro responsabilidade. Agora eu vivo intensamente a partida. É um estilo meu. Quando joguei futebol, também tinha essa maneira. A gente entende o que o jogador passa. Já cansamos de ser herói e vilão. Quando a gente fala com os atletas, tem uma representatividade maior porque já sentiu na pele”. Após pouco mais de uma semana no clube, Argel revela estar bem adaptado na Toca do Leão. “Minha adaptação está sendo fantástica, clube cumpre com suas obrigações. Tem uma estrutura fantástica. Estou satisfeito. Vim porque acredito na permanência na Série A. Por isso que vim trabalhar no Vitória”, completa.

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