Diretoria tricolor tem dificuldades de se desfazer de refugos


Juntos, Souza, Neto e Kléberson oneram o orçamento do clube – consomem quase cerca de R$ 600 mil. Para aliviar a folha, a diretoria do Bahia corre para tenta rescindir o contrato dos jogadores amigavelmente ou emprestá-los para pelo menos dividir o salário junto com o outro clube.

O problema é que, até agora, nenhum deles conseguiu destino. Souza chamou a atenção de um clube chinês, mas não passou disso. Por enquanto, a direção tricolor quebra a cabeça para definir o que fazer com esses atletas. “Estamos em fase de negociação. Seja pra emprestar, seja pra rescindir o contrato amigavelmente. Não há nada concreto quanto a time. Conversas pra rescindir, sim”, disse Valton Pessoa, vice-presidente tricolor ao jornal Correio.Eles se reapresentariam na última segunda-feira, uma semana depois do elenco. Porém, o retorno foi adiado para esta sexta-feira, dando a possibilidade dos jogadores e seus agentes procurarem novos destinos. “Se a gente não conseguir emprestar, e não conseguir rescindir amigavelmente, eles vão ter que se reapresentar e vamos ver o que fazer. Se vão se incorporar, se faremos um time B pra disputar campeonatos menores”, explicou Valton Pessoa.Além de Souza, Neto e Kléberson, o Bahia tenta se desfazer dos laterais Angulo e Gil Bahia, do volante Fabrício Lusa e do atacante Potita. Diones já foi à Chapecoense e Magno, ao Bragantino. O planejamento da direção é reduzir a folha em 25% em relação ao ano de 2013.