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Esquadrão tem a melhor campanha, mas falhou na hora dos clássicos

Time não vence há três jogos e, quando se trata de um clássico, o jejum aumenta para oito partidas

Redação iBahia
08/05/2016 às 15h36

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De nada adiantou ter prevalecido sobre as outras equipes na fase classificatória. O Bahia chega à grande decisão sem a vantagem construída durante o Campeonato Baiano. 

A necessidade de derrotar o maior rival por dois gols de diferença, hoje, às 16h, na Fonte Nova, não poderia vir em momento pior. O time não vence há três jogos e, quando se trata de um clássico, o jejum aumenta para oito partidas. 

Thiago Ribeiro (à direita) fez apenas um gol no Campeonato Baiano até agora
(Foto: Arisson Marinho/Arquivo CORREIO)

Curiosamente, a última vez em que venceu o Ba-Vi, o Esquadrão conseguiu justamente o resultado que precisa hoje. Com Marquinhos Santos de técnico, fez 2×0 no primeiro jogo da final estadual, no dia 6 de abril de 2014. Durante toda a campanha desse ano, o tricolor venceu quatro vezes por dois ou mais gols de diferença. Goleou o Galícia por 4×0, venceu o Bahia de Feira duas vezes por 2×0, além do Fluminense de Feira no jogo de ida da semifinal, pelo mesmo placar. 
Pedra no sapato 
Se forem analisados os números, o Bahia não teve dificuldades em fazer dois ou mais gols por partida na maioria dos jogos. As exceções foram os dois clássicos, onde o ataque tricolor não funcionou. Será a primeira vez que o time tentará inverter o resultado. Em todas as fases de mata-mata, tenham sido elas pela Copa do Nordeste ou Baiano, a equipe de Doriva conseguiu bons resultados nos jogos de ida. 
No Nordestão, no entanto, perdeu por 1×0 para o Santa Cruz, na Fonte, quando o empate sem gols lhe favorecia. Contra os times de Feira, Bahia e Fluminense, administrou na volta. A regra, já desfeita, segue em busca da exceção.
Correio24horas