Moda e Beleza

Ludmilla revela motivo de ter assumido cabelo natural

Cantora falou sobre o processo da transição capilar

Naiara Andrade, da Agência O Globo
- Atualizada em

Din din din Ludmilla assumiu os cachos, sim! A cantora mostrou aos fãs, na última terça-feira, que o cabelo cacheado é tão poderoso quanto a sua voz. A carioca, que mostrou a novidade no Instagram, conversou com o jornal 'Extra' sobre o processo de transição capilar. Até então, era raro Lud mostrar os fios ao natural. Agora, os fãs podem se preparar para uma nova mulher.


— Tive que passar pela transição de novo. Agora está bem grande, cacheadão mesmo. Estava esperando fechar contrato com uma marca de cosméticos para divulgar. Agora,vou poder usar direto assim, ao natural. Enquanto eu estou falando com você, minha avó está trançando o meu cabelo — conta Ludmilla, de 23 anos.

A cantora explica que usava perucas e apliques porque fez procedimentos que danificaram seus fios: — Por muito tempo, eu estraguei o meu cabelo. Acabei passando um creme que não era hidratante, mas alisante. A minha sorte é que eu sou preguiçosa e não passei em mecha por mecha, como tinha que ser; meti a mão no pote e taquei na cabeça. Aí meu cabeleireiro me alertou e eu tirei. Quando fiz isso, os fios já estavam ficando meio esticados. Foram passando os dias e os cachos mão voltaram!

Cantora vive momento especial na carreira

Desde 2018, não há um mês em que uma música de Ludmilla não esteja na boca da galera. Agora, é a vez da parceria da funkeira com Simone & Simaria, "Qualidade de vida". Em 2018, ela já havia emplacado “Din din din”, “Solta a batida”, “Não encosta”, “Jogando sujo” e “Clichê” (esta, em parceria com Felipe Araújo, é tema do casal protagonista de “O sétimo guardião”, da Globo). Como se não bastasse, já é considerada a artista negra brasileira de maior projeção no Instagram, com 12,3 milhões de seguidores.


— É uma responsabilidade enorme! Imagina milhões de pessoas te acompanhando todo dia... Mas fico muito feliz de ser referência para as meninas e mulheres negras do meu país. Quando eu comecei, não tinha em quem me espelhar. Seguia a minha intuição e pesquisava o que estava rolando de legal no exterior. Foi assim que Beyoncé entrou na minha vida. Eu queria cantar meu funk provocativo, mudar de cabelo e usar maquiagem ousada, mas não via nenhuma brasileira famosa assim, que me representasse. Gosto de postar fotos e escrever coisas positivas porque sei que tem gente que precisa desses incentivos — revela Ludmilla.