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Eleições 2026

Quaest: Rui Costa e Wagner lideram a disputa para o Senado da Bahia

Dois pré-candidatos do PT foram os mais citados pelos eleitores, seguidos por João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos)

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Redação iBahia

29/04/2026 às 10:44 - há XX semanas
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Novos dados da pesquisa Quaest, publicados nesta quarta (29), revelam as intenções de voto para as cadeiras do Senado pela Bahia:

  • Rui Costa (PT): 24%;
  • Jaques Wagner (PT): 22%;
  • João Roma (PL): 9%;
  • Angelo Coronel (Republicanos): 6%;
  • Delliana Ricelli (PSOL): 1%;
  • Marcelo Santtana (DC): 0%;
  • Votaria em branco, nulo ou não iria votar: 22%;
  • Ainda não se decidiu/indeciso/não sabe: 16%.

					Quaest: Rui Costa e Wagner lideram a disputa para o Senado da Bahia
Rui Costa (PT), Jaques Wagner (PT) e João Roma (PL) são pré-candidatos ao Senado na Bahia. Foto: Reprodução/GloboNew, Divulgação/Alessandro Dantas/Senado, Reprodução/Câmara dos Deputados

No pleito de 2026, cada estado brasileiro elegerá dois senadores. Como as 27 unidades da federação possuem representação igualitária de três parlamentares, a eleição deste ano renovará dois terços da Casa, colocando 54 das 81 cadeiras em disputa.

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De acordo com o levantamento encomendado pela Genial Investimentos, o cenário atual na Bahia favorece a chapa governista. Felipe Nunes, diretor da Quaest, analisa que a "largada dos candidatos do PT é muito boa e parece consistente pela troca de primeiro e segundo voto. Rui Costa tem 24%, sendo 31% de primeiro e 16% de segundo voto. Jaques Wagner tem 22%, sendo 20% de primeiro e 24% de segundo voto. É uma aliança ideal para um cenário de dois votos."

Por outro lado, Nunes destaca que os demais concorrentes enfrentam um obstáculo de popularidade. Para ele, nomes como "Roma do PL é desconhecido por 64% dos baianos e o Angelo Coronel não é reconhecido por 68% dos eleitores", indicando que o desafio desses candidatos é aumentar o nível de conhecimento junto ao público sem elevar a rejeição.

A pesquisa também detalhou a convicção do voto dos entrevistados:

  • 50% afirmam que a escolha para senador já é definitiva;
  • 47% admitem que podem mudar o voto caso ocorram novos fatos até o dia da eleição;
  • 3% não souberam ou não responderam.

Além disso, o estudo buscou entender a influência de lideranças nacionais na decisão de voto dos eleitores para o Senado.

O levantamento ouviu 1.200 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 23 e 27 de abril. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Os entrevistados também foram questionados se preferem candidatos ao Senado ligados a políticos do cenário nacional:

  • 47% responderam que preferem candidatos aliados de Lula (PT);
  • 15% responderam que preferem candidatos aliados de Jair Bolsonaro (PL);
  • 33% responderam que preferem candidatos independentes;
  • 5% não souberam responder ou não quiseram responder.

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